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Investidor Moderado

Conheça 3 métodos de análise de investimentos mais comuns

Por Rodrigo Santos
16 dezembro 2021 - 14:06
métodos de análise de investimentos
Créditos: shutterstock.com

Avaliar os riscos de determinadas ações e compreender a dinâmica de ativos do mercado financeiro em cada momento é algo bastante recomendável para quem deseja selecionar as melhores opções de aplicação, diante de tantas possibilidades disponíveis. Por isso, preparamos um post falando sobre os 3 métodos de análise de investimentos mais comuns.

Contar com esse tipo de estratégia pode ajudar bastante a aumentar a segurança do seu patrimônio, reduzir as possibilidades de imprevistos e até elevar a rentabilidade da sua carteira. No entanto, o objetivo principal é fornecer suporte concreto às decisões do investidor. Continue sua leitura e veja como fazer isso!

1. Valor Presente Líquido

O Valor Presente Líquido, também conhecido pela sua sigla VPL, certamente é um dos métodos de análise de investimentos mais comuns. A sua principal característica é considerar o preço do dinheiro com o passar do tempo no cálculo, atualizando os valores e permitindo comparações totalmente realistas com outros períodos.

Além disso, considera o fluxo de retorno do investimento, descontando taxas específicas, como o retorno mínimo que a aplicação precisa entregar para ser recomendável e arcar com o custo de oportunidade. Na prática, quando o VPL for superior a zero, isso significa que o ativo é viável e capaz de gerar remuneração, cobrindo o capital investido.

2. Payback

O Payback é um método de análise de investimentos mais conhecido e pode ser traduzindo como “retorno”. É largamente utilizado por empresas, empreendedores e investidores para avaliar o prazo necessário para que uma aplicação, projeto ou ação específica se pague. Logicamente, isso mostra se um ativo vale ou não a pena naquele momento.

Em suma, podemos definir o Payback como o tempo estimado para que o ganho acumulado com rendimentos empate com os valores gastos. Via de regra, é medido em meses ou anos, mas isso pode variar de acordo com cada caso. Trata-se de uma das metodologias mais simples, básicas e efetivas, que todo investidor precisa conhecer.

3. Taxa Interna de Retorno

Por fim, temos a Taxa Interna de Retorno, também chamada de TIR. Ela está relacionada com o montante necessário para equiparar o valor de um investimento com os seus rendimentos ou saldos de caixa no futuro. Para quem deseja investir, é preciso ter em mente que a TIR pode ser atrativa, indiferente ou, até mesmo, bastante desestimulante.

Nesse contexto, as melhores alternativas serão aquelas que possuam as maiores Taxas Internas de Retorno. Para o seu cálculo é preciso projetar o fluxo de caixa, demonstrando entradas e saídas de dinheiro, além de considerar diversas características, como o tempo, receitas menos os gastos, benefícios estimados e assim por diante.

Agora você já conheceu os métodos de análise de investimentos mais comuns. Para escolher o mais recomendável para as suas necessidades, considere os seus conhecimentos sobre o assunto e o tipo de aplicação que você costuma realizar.

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