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As 3 ações mais recomendadas por 21 corretoras em junho

Por Bruna Santos
05 junho 2020 - 20:45

Em meio à uma grave pandemia sem precedentes, nem mesmo os mais céticos acreditavam que o Ibovespa ia desviar do movimento de sell off típico do mês de maio!

Com diversas cidades em quarentena e um aumento exponencial do número de mortos e infectados, a Bolsa brasileira ancorou suas perspectivas no ambiente externo, aproveitando o otimismo pela retomada das atividades e pelo avanço na corrida pelo desenvolvimento de uma vacina contra o Covid-19.

Amparado nesta vibe positiva, o mês de junho mal começou e já promete ser um novo ponto de virada na B3!

Com a flexibilização das quarentenas em diversas cidades no país e uma postura de conciliação por parte do presidente Jair Bolsonaro em relação aos demais poderes, o movimento de recuperação no mercado acionário tende a ser ainda mais intenso.

Além disso, com a taxa Selic nos menores níveis da história, a migração dos investidores para a renda variável deve aumentar a demanda por ações, principalmente agora, que as ofertas públicas (IPOs e Follows-on) voltarão com força total.

Avaliando este contexto e acreditando que o conhecimento dos analistas pode ajudar a encontrar as melhores oportunidades no mercado acionário, trouxemos uma breve análise das 3 ações mais recomendadas por 21 corretoras.

Vale (VALE3) – Aparecendo como o ativo mais recomendado pelas corretoras pelo segundo mês consecutivo, a Vale vem trabalhando para retomar os níveis de produção de minério de ferro registrados antes da tragédia de Brumadinho, com projeções de alcançar os 390 milhões de toneladas por ano até 2022.

Devido à forte retomada da siderurgia na China após o controle da pandemia no país, houve um rápido aumento na demanda pela commodity e nos preços praticados no cenário internacional, o que impulsionou as ações da mineradora a aumentar os ganhos e apresentar uma performance ligeiramente acima dos seus pares.

JBS (JBSS3) – O frigorífico preferido dos investidores ficou na segunda posição das ações mais recomendadas para junho, devido à sua forte resiliência nos momentos de crise e nas perspectivas de expansão dos negócios na Ásia, após a peste suína africana afetar a produção regional de proteína.

Além da abrangente linha de produtos (carnes bovina, suína, frango e processados) da companhia, sua diversificada atuação geográfica que engloba a atuação em países de diversos continentes, contribui para o crescimento sustentável dos resultados e permite ampliar o atendimento à demanda.

Petrobras (PETR4) – Na terceira posição ficou a petroleira queridinha dos investidores, aparecendo como uma das companhias mais promissoras em função da estratégia utilizada para minimizar os impactos da crise, como reforçar a liquidez, reduzir as despesas operacionais e desacelerar a produção da commodity.

Gerenciada com práticas eficientes e que concentram os recursos no desenvolvimento de seu core business (exploração e produção), a Petrobras está avançando no seu projeto de desinvestimentos e deve ganhar impulso extra com o cenário de recuperação nos preços do petróleo e no crescimento da demanda global.

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