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Aprenda a avaliar a rentabilidade do investimento e saiba como não errar!

Por Pablo Vinicius Souza
02 abril 2019 - 12:29 | Atualizado em 07 julho 2020 - 11:25

É comum colocarmos enorme empenho na atividade que exercemos profissionalmente. Sabemos que, com estudo, dedicação e trabalho árduo, vamos atingir a excelência. Assim, despendemos muita energia para ganhar dinheiro.

No entanto, não temos o mesmo cuidado na hora de rentabilizar esses ganhos. Há quem coloque todos os seus recursos em aplicações de baixa rentabilidade, como a poupança, desperdiçando a chance de tirar o melhor proveito do dinheiro que lutamos para conseguir. Dessa forma, é importante entender quais são os riscos e como funciona a rentabilidade de cada investimento.

Como essa questão demanda um pouco de estudo e dedicação, elaboramos este artigo para ajudar você a compreender como fazer esta análise. Acompanhe!

O que é rentabilidade do investimento

De forma bem simples, a rentabilidade é o retorno percentual sobre o capital investido. Assim, se você aplicou R$ 2.000,00 e teve um rendimento de R$ 200,00, a rentabilidade foi de 10% durante o período em que o valor permaneceu aplicado. Logo, o cálculo nada mais é do que uma regra de três simples.

O que levar em consideração na análise da rentabilidade

O problema é que esse número não diz tudo o que precisamos saber. Se você tiver duas aplicações, por exemplo, uma que rende 5% e outra 7%, qual delas você escolheria?

A resposta para essa pergunta não é nada óbvia. Vamos analisar alguns dos fatores que se deve observar para obter essa informação. Confira!

Prazo do investimento

Se a aplicação render 5% em seis meses, sua rentabilidade vai ser maior do que o investimento que paga 7% em 12 meses, correto? Para comparar os dois, é preciso considerar o prazo do investimento e usar a mesma base, seja anual, mensal ou outro período determinado.

Taxas e impostos que incidem sobre a aplicação

Normalmente os bancos, corretoras e casas de investimento informam a rentabilidade bruta, ou seja, sem descontar taxas e impostos que incidem sobre a aplicação.

Assim, é preciso conhecer esses custos que variam de acordo com cada tipo de investimento. Sobre os fundos de investimento, por exemplo, existe cobrança de taxa de administração, enquanto na negociação em ações é paga uma taxa de corretagem para a corretora a cada transação feita.

A alíquota e a forma de cobrança dos impostos também diferem. Por isso, é preciso conhecer cada um desses custos e deduzir do rendimento, de forma a obter a rentabilidade líquida, ou seja, quanto efetivamente vai para o bolso do investidor.

Risco da aplicação

Embora essa não seja exatamente uma medida de rentabilidade, existe uma relação entre risco e possibilidade de ganhos. As aplicações mais arriscadas costumam oferecer chances de alcançar ganhos mais altos, justamente para atrair investidores.

Afinal, por que alguém aceitaria se arriscar mais se não fosse pela chance de obter um lucro maior, não é mesmo? No entanto, nem todo mundo coloca isso na conta e, quando a aplicação não tem o retorno esperado, pode haver surpresas desagradáveis.

Enquanto isso, as aplicações de baixo risco podem ter ganhos mais limitados, mas são igualmente importantes para proteger o patrimônio. Dessa forma, é fundamental conhecer os riscos do investimento e deixá-los bem claros para o cliente.

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Agora que você já sabe o que observar para calcular a rentabilidade do investimento, aproveite a oportunidade para compartilhar este post nas redes sociais e disseminar seu conhecimento!




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