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‘Tem muita coisa positiva vindo por aí’, afirma Guedes sobre economia brasileira

Por Pablo Vinicius Souza
18 maio 2019 - 11:18

O ministro da Economia, Paulo Guedes, falou com otimismo sobre o segundo semestre do ano para a economia brasileira.

Guedes participou ontem do 91º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic) e realizou diversos acenos positivos para o setor.

Acima de tudo, de acordo com o ministro, a economia brasileira crescerá a partir da aprovação da reforma da Previdência.

Ademais, as revisões para baixo do PIB não o preocupam, todavia, indica que houve um excesso de otimismo do mercado.

“Mercado financeiro é meio excitado mesmo. Isso é coisa menor. É som de batalha”, disse ele.

Assim sendo, Guedes acredita que o Brasil já será visto com outros olhos a partir do segundo semestre de 2019.

Ele previu ainda uma “enxurrada de notícias boas”, sobretudo no período mencionado.

“Tem muita coisa positiva vindo por aí. Nós estamos tentando manter o foco. A bola está na marca do pênalti. Chutou a bola para dentro, vai começar uma enxurrada de notícias boas, que nós estamos preparando para o segundo semestre”, anunciou, sem entrar em detalhes.

Em virtude de suas falas, Guedes foi muito aplaudido. Durante sua participação, minimizou as rusgas quanto a articulação do governo.

“Os Poderes estão alinhados, o Congresso e o Executivo falando a mesma língua, do ponto de vista econômico”, tranquilizou.

“Estou superconfiante no Brasil”, disse o ministro.

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‘Se é para dar lucro, privatiza’, disse sobre Caixa Econômica Federal

No evento promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), no Rio, Guedes também falou em privatização.

Segundo ele, um banco como a Caixa deve transformar seu excesso de receita em taxas de juros menores.

“Pra que eu vou ter um banco com 21 mil agências no Brasil todo para dar lucro máximo? Se for pra isso, privatiza”, disparou.

Posteriormente, o ministro defendeu um programa de habitação popular, bem como juros mais baixos para o financiamento imobiliário.

Sem entrar em detalhes, Guedes falou do “capitalismo popular” com, por exemplo, mais demanda para a construção civil.


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