Economia

Superávit comercial brasileiro chega a US$ 1,759 bi na terceira semana de julho

Por Fast Trade
21 julho 2020 - 07:00 | Atualizado em 21 julho 2020 - 07:30

O superávit da balança comercial brasileira chegou a US$ 1,759 bilhão na terceira semana de julho e já totaliza US$ 4,286 bilhões no mês. Além disso, o resultado corrente de comércio foi de US$ 6,812 bilhões nos cinco dias úteis da semana, entre os dias 13 e 17.

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Segundo a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia (Secex), o superávit comercial é resultado de US$ 4,286 bilhões exportados e US$ 2,527 importados.

Na comparação anual, julho apurou queda de 35,5% sobre a média diária das importações e outros 2,2% nas exportações. Para ficar mais fácil, esse valor é calculado dividindo o montante total pelo número de dias úteis.

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A média diária das importações das três primeiras semanas de julho saltou de US$ 772,2 milhões para US$ 497,8 milhões, conforme a publicação da secretaria.

Do mesmo modo, a média das exportações recuou, passando de US$ 876,1 milhões em julho de 2019, para US$ 857,2 milhões no atual período.

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De janeiro à terceira semana de julho, a balança comercial exportou US$ 112,863 bilhões e importou US$ 85,868 bilhões, o que equivale a um superávit de US$ 26,996 bilhões e corrente de comércio de US$ 198,731 bilhões.

Veja também: Balança comercial apura superávit de US$ 7,463 bi em junho

Exportações do superávit comercial

Se comparado a média diária até a terceira semana de julho 2020 (US$ 857,2 milhões) com julho de 2019 (US$ 876,13 milhões), nota-se que apenas o setor agropecuário avançou (+19,2%).

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Em contrapartida, a indústria extrativa e a indústria de transformação declinaram -0,2% e 10,9%, respectivamente.

Segundo relatado pela secretaria do Ministério da Economia, o decréscimo apurado no superávit comercial foi causado, principalmente, pela redução das vendas dos minérios de alumínio e seus concentrados (-54%) e outros segmentos da indústria extrativista.

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Por sua vez, a queda da indústria de transformação foi puxada pelos veículos automóveis de passageiros (-43,8%) e mais.

Importações

Por fim, a média diária das importações até a terceira semana de julho deste ano foi de US$ 497,78 milhões, -35,5% abaixo da média de julho de 2019 (US$ 772,15 milhões).

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Houve queda nos três setores:

Agropecuária (-15,2%), refletindo a diminuição de gastos nas compras de alguns produtos, sobretudo o milho não moído, exceto milho doce (-65,9%), dentre outros;

Indústria extrativa (-54,9%), destaque para a queda dos minérios de cobre e seus concentrados (-85,2%);

Indústria de transformação (-34,3%), puxada especialmente pela redução dos gastos com plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes (-98,3%).

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