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Recebimento de R$1,5 bilhão por disputa judicial é anunciado por Gerdau

Por TradersClub
13 setembro 2021 - 10:04 | Atualizado em 13 setembro 2021 - 10:04
Anunciado por Gerdau

São Paulo, 13 setembro – A seguir, algumas das notícias corporativas que podem mexer com o pregão da bolsa na B3, como: recebimento de R$1,5 bilhão é anunciado por Gerdau em ação judicial com Eletrobras e mais:

Gerdau: Foi anunciado por Gerdau, que a companhia receberá cerca de R$1,5 bilhão proveniente de uma disputa judicial de 30 anos com a Eletrobras. O impacto será sentido por ambas as companhias já nos balanços do terceiro trimestre, segundo comunicado.

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Eletrobras: Conforme adiantado pelo Scoop by Mover ontem, o governo criou uma estatal para assumir alguns ativos não privatizáveis da companhia. A nova holding estatal ENBpar controlará a usina de Itaipu e será sócia majoritária da Eletronuclear, após a privatização da Eletrobras, prevista para fevereiro.

Via: O Conselho de Administração aprovou emissão de R$1,0 bilhão em debêntures, cujos recursos serão utilizados no alongamento do perfil da dívida e reforço de caixa. Serão três títulos vincendos em 2024, 2026 e 2028, com remuneração pós-fixada atrelada à taxa de juros, segundo a varejista.

B3: O volume médio diário total de ações na B3 em agosto ficou em R$34,03 bilhões, alta anualizada de 1,2%. O total de investidores ativos foi de 3,29 milhões, crescimento de 32,2% na mesma comparação. Em agosto, 449 empresas estavam listadas na bolsa.

CSN: A companhia pretende retomar o plano de Oferta Pública Inicial da unidade de cimentos, após a aquisição da Holcim no Brasil por US$1,025 bilhão, disse o diretor-financeiro da CSN ao Valor. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica ainda avaliará a concentração da CSN Cimentos em determinado raio de mercado e terá 330 dias para analisar a operação. O diretor espera que o parecer saia até o fim do primeiro trimestre de 2022.

Cogna: O Conselho Administrativo de Defesa Econômica aprovou sem ressalvas a parceria entre a Cogna e a TIM Brasil para a criação de uma companhia focada em cursos pelo celular.

AES Brasil: A companhia informou que engajou bancos para a realização de uma potencial oferta subsequente de ações. Em comunicado, a AES diz que a oferta pode acelerar seu plano de crescimento, em especial de fontes de energia alternativas à hídrica.👍 Rumo: A empresa de logística informou que foi encerrado o processo arbitral entre a companhia e os acionistas minoritários da Brado – Logística Brasil, Fundo de Investimento em Participações, Dimitrios Markakis e Deminvest Empreendimentos e Participações. Com o encerramento, a Rumo fechou a compra de 15,42% do capital da Brado por R$388,0 milhões.

Totvs: O Conselho de Administração da empresa aprovou oferta subsequente de ações ordinárias com esforços restritos de até R$2,48 bilhões, se considerado o lote de ações adicionais.

Viver: A construtora e incorporadora anunciou a aprovação de aumento de capital mediante capitalização de créditos, que serão utilizados para pagamentos de dívidas. O aumento inclui a emissão de até 40 milhões de ações ordinárias ao preço de R$19,80 por papel, segundo comunicado da empresa ao mercado.

Bemobi: O Conselho de Administração da empresa de tecnologia aprovou André Pinheiro Veloso para o cargo de Diretor Financeiro e de Relações com Investidores, diante da renúncia de Rodin Spielmann de Sá.

Latam: O grupo buscará financiadores privados para a tranche B do financiamento de seu processo de recuperação judicial nos EUA, informa o Valor Econômico. A fatia foi criada para receber ajuda estatal, o que não aconteceu em nenhum dos países onde a empresa aérea opera – no Brasil, as conversas da Latam com o BNDES se encerraram sem sucesso, disse o presidente do grupo, Roberto Alvo.

BRB: O Banco de Brasília buscará levantar R$1,5 bilhão em sua relistagem na B3, informa o Valor Econômico. Segundo o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, o objetivo da oferta será fortalecer “governança, liquidez e estrutura de capital”. O banco também busca testar a atratividade da sua conta digital em parceria com o Flamengo, diz o jornal.

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Tecnisa: A família Nigri, controladora da Tecnisa, passou a deter 30,02% das ações ordinárias de emissão da construtora.

Terra Santa: A agrícola aprovou o fechamento de capital, uma vez que a empresa não possui mais “qualquer valor mobiliário em circulação”. O movimento ocorre após a SLC concluir a combinação de negócios e incorporação da Terra Santa no começo de agosto.

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