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Radar do Trader: momentos de tensão na fronteira da Ucrânia e viagem de Bolsonaro

Por Fast Trade
18 fevereiro 2022 - 07:58 | Atualizado em 18 fevereiro 2022 - 10:25
Imagem Vladimir Putin
Vladimir Putin

O Radar do Trader desta sexta-feira (18) trouxe como destaques o momento ápice da tensão na fronteira da Ucrânia e o vencimento de opções no Brasil. Além disso, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que a Rússia deve prosseguir com a invasão do território ucraniano nos próximos dias.

Calendário Econômico – Indicadores

  • 12:00 – Variação de vendas de casas usadas mensal (EUA)
  • 12:15 – Federal Reserve – início discurso de diretores (EUA)
  • 13:00 – B3 – Vencimento de opções sobre ações (Brasil)
  • 13:00 – Discurso de Waller e Willians do Federal Reserve (EUA)
  • 15:00 – Contagem de Sondas Baker Hughes  (EUA)
  • 15:30 – Discurso de Brainard do Federal Reserve (EUA)
  • 17:30 – Posições líquidas de especuladores do relatório CFTC (Brasil e EUA)

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Brasil

Em momento ápice do conflito na fronteira da Ucrânia, o presidente Bolsonaro viajou a Moscou. “O momento em que o presidente do Brasil se solidarizou com a Rússia, enquanto as forças russas estão se preparando para potencialmente lançar ataques a cidades ucranianas, não poderia ter sido pior”, disse o governo dos EUA de acordo com apuração da jornalista Krähenbühl.

No âmbito da política local, o governo enviou projeto de lei ao Congresso para recompor R$ 1,7 bilhão em gastos com o pagamento de salários e encargos sociais de servidores em 2022. Assim, a medida atende, sobretudo, militares e servidores da Receita Federal.

Tensão na fronteira da Ucrânia abala Estados Unidos

A tensão geopolítica atingiu um novo pico com a troca de disparos entre forças ucranianas e rebeldes pró-Moscou. Nesse sentido, Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, afirmou que a Rússia planeja uma invasão nos próximos dias e está preparando um pretexto para justificá-la. Como resultado, os índices tiveram o pior dia de 2022.

Ao mesmo tempo, a incerteza sobre o futuro fica intensa diante do cenário na Europa. Até os planos de política monetária do Federal Reserve ficam abalados. Diante de um possível conflito, é difícil mensurar os impactos à economia norte-americana e global. Dessa maneira, os investidores ficam mais avessos ao risco.

Embora o dia hoje seja esvaziado de indicadores, será possível acompanhar os discursos dos diretores do Federal Reserve. Isto porque, James Bullard pediu ação mais enérgica contra a inflação.

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Europa e Ásia

Na Europa, o índice Stoxx 600 opera em quase estabilidade. Com efeito, a região continua avaliando os riscos da tensão geopolítica.

Por fim, as bolsas asiáticas tiveram, em geral, resultados variados com a continuidade das reações ao possível conflito na Europa. Desse modo, o destaque negativo ficou com Hong Kong que teve queda de 1,88%.

  • Shanghai SE (China), +0,66%
  • Nikkei (Japão), -0,41% 
  • Hang Seng Index (Hong Kong), -1,88% 
  • Kospi (Coreia do Sul), +0,02%

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