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Radar do Trader: Dados da inflação e outros indicadores nos EUA movimentam o dia

Por Fast Trade
12 janeiro 2022 - 08:07 | Atualizado em 12 janeiro 2022 - 10:52
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Créditos: shutterstock.com

O Radar do Trader desta quarta-feira (12) trouxe como destaque principal os dados da inflação nos Estados Unidos. Além disso, háverá a divulgação do livro bege, do relatório WASDE e o discursos dos membros do Federal Open Market Committee (FOMC). Por fim, na China, os investidores já tiveram acesso à retração no índice de inflação do país.

Calendário Econômico – Indicadores

  • 09:00 – Índice de compra MBA (EUA)
  • 10:30 – Relatório Índice de Preços ao Consumidor (IPC) mensal e anual (EUA)
  • 12:00 – Federal Reserve – discurso de Brainard, membro do Fomc (EUA)
  • 12:30 – Estoques de Petróleo Bruto e em Cushing (EUA)
  • 13:00 – Confiança do consumidor Reuters/Ipsos mensal (Brasil)
  • 14:00 – Relatório WASDE (EUA)
  • 14:30 – Fluxo Cambial Estrangeiro (Brasil)
  • 15:00 – Leilão Americano Note a 10 anos (EUA)
  • 15:00 – Federal Reserve – discurso de Kashkari, membro do Fomc (EUA)
  • 16:00 – Balanço orçamentário federal (EUA)
  • 16:00 – Divulgação do Livro Bege (EUA)

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Brasil

Na véspera, foi divulgado o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) que atingiu 10,06% em 2021, maior taxa desde 2015. Dessa maneira, fez-se necessário o envio de uma carta de Roberto Campos Neto explicando porque não conseguiu atingir a meta. De acordo com o presidente do Banco Central (BC), a inflação foi um fenômeno global.

O país continua a monitorar a questão da seca no Sul e das chuvas abundantes no Centro-Oeste que degradam vias, desabastecem mercados e atrasam as colheitas. A paralisação dos auditores fiscais, além disso, prejudica os fluxos de caminhões nas estradas.

Inflação nos Estados Unidos

O dia de hoje, quarta-feira (12), é recheado de indicadores e relatórios nos Estados Unidos. O Banco Central irá divulgar o livro bege com as atuais condições econômicas do país. Ademais, há o relatório WASDE com as perspectivas de oferta e demanda agrícola mundial e discursos de membros do Federal Open Market Committee (FOMC).

Contudo, o indicador mais importante de hoje, aguardado por analistas globalmente, é o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) que mede a inflação norte-americana. O dado será um indicador importante da posição futura dos Federal Reserve (FED) e de como se comportará o fluxo de capitais globalmente.

Na véspera, Jerome Powell fez discurso que tranquilizou o mercado dando a entender que a diminuição do balanço patrimonial do FED não deve ocorrer em breve. Ao mesmo tempo, o presidente da autoridade monetária afirmou que a inflação será controlada para a manutenção da geração de empregos no país.

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Europa e Ásia

Na Europa, o índice Stoxx 600 avançava 0,50%. O destaque positivo era do setor de recursos básicos. A região também reflete os discurso de Powell, contudo ainda enfrenta problemas com a expansão das contaminações e tensões regionais.

Por fim, as bolsas asiáticas tiveram, em geral, resultados positivos. O destaque positivo ficou com a bolsa de Hong Kong que chegou a ter alta de 5%, mas encerrou o dia em avanço de 2,79%. 

Houve também a divulgação dos dados da inflação da China que foram abaixo das expectativas. O Índice de Preços ao Consumidor marcou 1,5% em dezembro no comparativo anual ante os 2,3% de novembro. Já os preços nas fábricas tiveram expansão de 10,3% entre os anos, abaixo da projeção de 11,1%.

  • Nikkei (Japão), +1,92% (fechado)
  • Shanghai SE (China), +0,84% (fechado)
  • Hang Seng Index (Hong Kong), +2,79% (fechado)
  • Kospi (Coreia do Sul), +1,54% (fechado)

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