Política

Quebra de sigilo bancário pode revelar suposto desvio de recursos públicos

Por TradersClub
01 setembro 2021 - 09:54 | Atualizado em 01 setembro 2021 - 09:54
PSDB

Brasília, 1 de setembro – As principais notícias políticas que estão no radar do mercado: quebra de sigilo bancário, manifestações, precatórios e mais:

Tensão: A Justiça do Rio de Janeiro autorizou a quebra do sigilo bancário e fiscal do vereador Carlos Bolsonaro por suposto desvio de recursos públicos em seu gabinete, segundo agências.

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STF: A indicação do ex-ministro da Justiça André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal deve ficar em suspenso por mais algumas semanas, reporta o Valor Econômico.

Manifesto: Bancos privados e Febraban manterão adesão ao manifesto por harmonia entre os Poderes coordenado pela Fiesp, mas apoios tendem a cair com adiamento, informa o Valor. A avaliação é que a mensagem já foi transmitida e ficou clara a posição contra uma ruptura institucional.

Foco: O texto preliminar pedia “foco em ações e medidas urgentes e necessárias para que o país ultrapasse, de forma duradoura, os desafios hoje postos à recuperação da economia e à superação das carências sociais que atingem amplos segmentos da população”.

Manifestações: Os auxiliares do presidente Jair Bolsonaro apostam que as mobilizações para o 7 de setembro reunirão, só em Brasília, 200 mil apoiadores do chefe do Executivo, segundo a coluna Radar, da Veja.

Apagão: O risco atualmente “é zero”, disse o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, à CNN Brasil nesta manhã. Ele também negou interferência na política de preços da Petrobras.

Precatórios: As resistências de alguns ministros do STF a uma solução do Judiciário para o problema fez com que o presidente da corte, Luiz Fux, puxasse o freio de mão em relação ao tema, informa Gerson Camarotti, do G1.

PEC dos Precatórios: A Comissão de Constituição e Justiça a Câmara adiou a leitura do parecer do deputado Darci de Matos e aprovou realização de audiência pública para debater a proposta, conforme o Valor.

Orçamento: A peça para 2022, ainda sem solução para os precatórios, prevê pagamentos integral dessas dívidas judiciais da União sem a versão turbinada do Bolsa Família e sem reforçar verbas para obras, diz a Folha de S. Paulo.

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Agenda: O presidente da Câmara, Arthur Lira, aproveitou pronunciamento ao lado do relator da Reforma Administrativa, Arthur Maia, para citar reunião que teve com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, em que ajustaram procedimentos e pautas para o segundo semestre.

Reforma Administrativa: O relatório da proposta, apresentado ontem, será lido na comissão especial nesta manhã e votado no colegiado entre 14 e 15 de setembro, segundo Lira, em coletiva.

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