Política

Política e agenda econômica são destaques nesta sexta-feira

Por Fast Trade
26 junho 2020 - 09:00 | Atualizado em 26 junho 2020 - 10:22

Após uma sequência de indicadores, a agenda econômica continua dividindo o espaço de destaque com os desdobramentos da política local.

Primeiramente, o Banco Central divulga nesta manhã os dados de crédito e política monetária referente ao mês de maio. É esperado ainda que o informe contenha informações relevantes para o entendimento do comportamento da inadimplência.

Nos Estados Unidos, as informações sobre gastos pessoais serão divulgadas logo mais, assim como o índice de preços PCE referente a maio. Mais tarde, a Universidade de Michigan divulga o índice de confiança do consumidor de junho.

Política: auxílio emergencial, novo ministro da Educação e PL das Fake News

O presidente Jair Bolsonaro reiterou em sua live semanal que o auxílio-emergencial deve ser prorrogado por mais três meses, e que deve ser reduzido gradualmente.

De acordo com ele, as próximas parcelas podem ser reduzidas para R$ 500, R$ 400 e R$ 300. A estimativa é que a prorrogação do auxílio neste formato gere um impacto negativo de até R$ 100 bilhões aos cofres federais.

Segundo estimativas do jornal “Folha de S. Paulo”, o governo já liberou R$ 152 bilhões até o momento para o pagamento das três primeiras parcelas.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, estava presente na live de Bolsonaro e voltou a afirmar que a economia brasileira deve surpreender.

Otimista, o economista acredita que o Brasil tem potencial para se recuperar mais rápido que os demais países que também enfrentam a crise do coronavírus.

Bolsonaro também anunciou na véspera a nomeação do professor Carlos Alberto Decotelli da Silva para o cargo de ministro da Educação.

Por fim, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, acatou os pedidos para adiar a votação do projeto conhecido como “Lei das Fake News” Assim, o projeto de lei que visa combater notícias falsas disseminadas no âmbito virtual será remarcado para a próxima terça-feira (30).

Com o adiamento, a expectativa é que a Casa chegue a uma decisão mais “unida”, conforme publicado pela Agência Senado.


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