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Petróleo sobe com queda superior a 3% do dólar

Por Fast Trade
12 janeiro 2021 - 18:57 | Atualizado em 12 janeiro 2021 - 19:28

Os futuros do petróleo performaram melhor nesta terça-feira (12), após encerrarem o pregão da véspera sem direção única. Acima de tudo, a commodity de energia foi beneficiada pela queda do dólar. Às 17h00, a moeda comercial declinava 3,2%.

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Assim sendo, o dólar era negociado a R$ 5,3226 na venda e a R$ 5,3221 na compra, deixando os contratos do petróleo mais baratos.

Nesse sentido, a Capital Economics avaliou em recente relatório que a commodity tem sido beneficiada pela fraqueza da moeda. Além disso, a consultoria sinalizou que o corte voluntário da Arábia Saudita segue apoiando os preços do mercado.

Desse modo, o contrato futuro do petróleo WTI para fevereiro subiu 1,83%, para US$ 53,21 por barril. Além disso, o Brent para março valorizou 1,65%, a US$ 56,58 o barril, apesar dos temores relacionados com a pandemia.

Mais cedo, a referência global (Brent) chegou a tocar US$ 56,75, maior nível desde fevereiro do ano passado.

“Os preços do petróleo estão seguindo uma mudança mais ampla para ativos de risco hoje”, comentou Edward Moya, analista de mercado sênior da Oanda.

De acordo com ele, os traders de energia parecem estar apenas procurando um motivo para comprar, uma vez que” a perspectiva macro parece ser muito positiva assim que passarmos os próximos meses.

Segue no radar dos investidores as novas ondas de covid-19 que tornam a recuperação da demanda por petróleo ainda mais incerta.

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Análise do mercado de petróleo

Em contrapartida, a Capital Economics avalia que os preços do petróleo devem ganhar tração no decorrer de 2021. A princípio, a projeção da consultoria sugere que o Brent chegue ao final do ano cotado a US$ 60 por barril.

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Apesar das novas restrições à atividade em diversas partes do mundo, o otimismo se traduz na gradual retirada dos lockdowns impostos anteriormente.

Do mesmo modo, o ING acredita que o Brent chegará ao final do ano em “cerca de US$ 60”, mas deve manter uma média de US$ 55 o barril.

A manutenção dos cortes da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) é um dos principais indicadores para isso.

A instituição adverte, no entanto, que essa previsão depende da vacinação e, consequentemente, da retomada da demanda. O acordo sustentado pela Opep+ para equilibrar a oferta e a demanda é outro ponto que ajudará a sustentar os preços.

Por fim, continue acompanhando o portal Fast Trade.

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