Política

Panorama Político: Voto impresso, IR, precatórios e Auxílio Brasil

Por TradersClub
09 agosto 2021 - 10:02 | Atualizado em 09 agosto 2021 - 10:03
Auxílio Brasil

Brasília, 9 de agosto – As principais notícias políticas que estão no radar do mercado, como precatórios e Auxílio Brasil:

Voto impresso: O presidente Jair Bolsonaro respeitará o resultado da votação da PEC no plenário, segundo o presidente da Câmara, Arthur Lira.

Pacificação: Em entrevista à rádio CBN, Lira, que conversou com Bolsonaro na sexta, afirmou que a votação da proposta nesta semana precisa apaziguar os ânimos.

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Imposto de Renda: O presidente da Câmara também confirmou votação da reforma do IR nesta semana. Mesmo com manifestações contrárias, o relator, Celso Sabino, disse ao Estado de S. Paulo que o texto será votado “como está” amanhã, com apoio da esquerda e mais de 300 votos.

Precatórios: Hoje, às 10h30, Lira recebe de Bolsonaro uma Proposta de Emenda à Constituição sobre o pagamento dos precatórios. Lira, na entrevista, disse que o Congresso precisa encontrar solução para o problema.

Teto de Gastos: Lira tem dito que a regra fiscal não será furada, enquanto defende o parcelamento das dívidas mais altas. Agências reportaram rumores de que o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho, gostaria de tirar os precatórios do Teto.

Auxílio Brasil: Além da PEC, Bolsonaro apresentará a medida provisória do novo Bolsa Família, que se chamará Auxílio Brasil, conforme a Folha de S. Paulo. Ainda não há definição de valores.

Custos: Medidas sinalizadas para impulsionar a popularidade do presidente Bolsonaro já demandam R$67 bilhões dos cofres públicos em 2022, reporta a Folha.

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Reformas: O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse à Globonews que o voto impresso dificilmente passa na Casa e que as reformas Administrativa e Tributária avançarão mesmo com a CPI da Covid. Na quinta, a comissão deve tomar depoimento do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros.

Refis: O programa ainda deve ser aperfeiçoado na Câmara para aumentar seu alinhamento às expectativas da equipe econômica, e é possível que não seja sequer pautado em curto prazo, afirmou Barros ao Scoop.


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