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O presidente Evo Morales renunciou ao cargo, após pressão das Forças Armadas e protestos intensos

Por Bruna Santos
11 novembro 2019 - 11:27

A semana começa repercutindo o desafeto entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o atual presidente, Jair Bolsonaro.

Paralelamente, a CCJ da Câmara dos Deputados pode começar a discutir hoje a PEC da prisão em segunda instância.

O Congresso vai ter uma semana mais curta em função do Brics e do feriado da Proclamação da República (15).

Esse encontro da cúpula (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) está previsto para ter início na quarta-feira (13).

No Twitter, Bolsonaro destacou as principais medidas do governo celebradas na primeira semana de novembro, entre elas: 13º do Bolsa Família, projeto Future-se, abertura do mercado da aviação, lei da liberdade econômica, ampliação das relações internacionais e mais destaques.

Lá fora, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump e o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, chamam a atenção.

Ambos darão pronunciamentos diante da uma incerteza renovada sobre as perspectivas de um acordo comercial preliminar entre EUA e China.

Os próximos dias serão de atualizações sobre a saúde da economia global, com vários países programando o anúncio do PIB.

Nos Estados Unidos, a expectativa gira em torno dos dados de inflação, de vendas no varejo e produção industrial.

Começa na China o maior dia de compras online da região, o Dia do Solteiro (11.11). Analistas monitoram sinais de consequências da guerra comercial.

Na Bolívia, o presidente Evo Morales renunciou ao cargo na véspera (10), após pressão das Forças Armadas e protestos intensos.

Morales, que governava o país desde janeiro de 2006, afirmou que “houve um golpe cívico, político e policial”.

Sua renúncia desencadeou a mesma prática daqueles que estavam em sua linha de sucessão direta, deixando o país sem líder e sem eleições marcadas.


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