Política

Ministro da Economia nega prorrogação do auxílio emergencial e estado de calamidade

Por Fast Trade
07 outubro 2020 - 16:01 | Atualizado em 07 outubro 2020 - 16:59

De acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, nem o auxílio emergencial, nem o estado de calamidade pública devem ser prorrogados para 2021.

Em entrevista à imprensa nesta quarta-feira (7), o economista sinalizou que não há decisão de prorrogar ou articulação nesse sentido.

Há, contudo, aval do presidente Bolsonaro para debates sobre a criação de um programa de distribuição de renda, o Renda Cidadã, dos quais Guedes participa.

Ontem, Marcio Bittar (MDB-AC), senador e relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) 186/2019, conhecida como “PEC Emergencial”, na qual deve ser inserido novo programa, disse que ainda é preciso tempo para encontrar um consenso sobre como o programa será financiado.

Na segunda-feira, o parlamentar assegurou que o Renda Cidadã — programa que pode substituir o Bolsa Família — não ultrapassará o teto de gastos do governo.

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Maia se manifesta em favor do ministro da Economia

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), concordou com o ministro da Economia sobre a prorrogação do estado de calamidade e do auxílio.

Em sua página pessoal no Twitter, ele compartilhou o link da matéria da Reuters sobre o posicionamento do economista e afirmou: “A posição da presidência da Câmara é a mesma”.

O titular da Economia e o presidente da Câmara selaram a paz na segunda-feira (5), após o embate na semana passada. Entenda melhor o assunto.

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Gerações futuras não podem pagar por irresponsabilidade fiscal, defende Mourão

Por fim, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, defendeu que as próximas gerações não sejam prejudicadas por posicionamentos atuais que comprometam o equilíbrio fiscal.

“Precisamos evitar que as gerações futuras tenham que pagar pela insolvência e pela responsabilidade fiscal que ainda viceja entre alguns setores da classe política brasileira”, disse ele nesta quarta-feira (7), em evento virtual organizado pela Universidade Católica de Pelotas (UCPel), denominado “Cenários, Expectativas e Oportunidades”.

“Nosso êxito internacional dependerá de nossa capacidade de levar adiante os projetos de modernização do Estado e de desenvolvimento da economia”, acrescentou.

Nesse contexto, Mourão reconheceu o peso da política ambiental para a imagem do Brasil, o que interfere em frentes como a capacidade de exportar ou até mesmo de atrair investimentos.

Coordenador do Conselho da Amazônia, ele já havia avaliado em meados de julho que os investidores esperam resultados para retomar os investimentos. Segundo ele, “defender e proteger a Amazônia é desenvolver o Brasil”.

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