Política

Ministério da Saúde será comandado por Marcelo Queiroga, anuncia Bolsonaro

Por Fast Trade
16 março 2021 - 07:30 | Atualizado em 16 março 2021 - 09:46
Estados e municípios, governo Bolsonaro

A troca no comando do Ministério da Saúde foi confirmada ainda na segunda-feira (15), pelo presidente Jair Bolsonaro.

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Começou no final de semana as especulações de que Eduardo Pazuello havia pedido para deixar a pasta. Ontem, foi veiculado que a cardiologista Ludhmila Hajjar recusou oficialmente o convite para comandar o Ministério da Saúde. Em entrevista à CNN Brasil, Hajjar explicou que declinou o convite por questões técnicas.

No Twitter, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), chegou a se manifestar favorável ao nome. “Coloquei os atributos necessários p/ bom desempenho à frente da pandemia: capacidade técnica e de diálogo político com os inúmeros entes federativos e instâncias técnicas”, escreveu ele, atribuindo as qualidades à Ludhmila.

Ao final do dia, Bolsonaro anunciou em sua página pessoal no Twitter, ter acertado a nomeação do médico Marcelo Queiroga. Anteriormente, o anúncio foi feito pelo presidente durante conversa com apoiadores na porta do Palácio do Alvorada.

Em conversa transmitida pelo site Foco do Brasil, o presidente disse acreditar que Queiroga tem “tudo para fazer um bom trabalho” em dar continuidade ao que Pazuello fez até hoje.

A expectativa é que a nomeação de Queiroga seja oficializada nesta terça-feira (16), com a publicação na edição do Diário Oficial da União. Posteriormente, o processo de transição no Ministério da Saúde deve durar entre uma e duas semanas, segundo Bolsonaro.

Se consolidada a troca, Queiroga será o quarto ministro da Saúde em um ano, desde o começo da pandemia no País. Anteriormente, a pasta foi liderada pelos médicos Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. Atualmente, está a cargo do Eduardo Pazuello, do Exército.

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Desafios no Ministério da Saúde

Quem assumir o Ministério da Saúde enfrentará uma série de desafios relacionados com a pandemia, como a vacinação da população.

Conforme cresce as medidas de isolamento no País, atrelado a novos recordes de óbitos e casos confirmados, aumenta a pressão para a imunização dos brasileiros.

Já são mais de 279 mil mortes por covid-19, segundo a atualização do Ministério da Saúde, ao passo que o Brasil imunizou apenas 4,59% (cerca de 9,7 milhões de pessoas) da população total com a primeira dose de imunizantes.

Por fim, continue acompanhando o portal Fast Trade para saber como a notícia vai repercutir no mercado doméstico.

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