Dólar e índice

Minicontrato de dólar ganha espaço no portfólio do investidor pessoa física

Por Fast Trade
11 setembro 2020 - 16:00 | Atualizado em 11 setembro 2020 - 17:18
Double exposure of stock market in tablet with money and chart.

Em um cenário de juros baixos, o investidor pessoa física procura alternativas de investimentos com maior rentabilidade, como o minicontrato de dólar futuro.

Atualmente, a Selic está em 2% a.a. e é apontada como um dos fatores para a forte volatilidade do real durante a pandemia do coronavírus. Segundo um estudo elaborado pelo BNP Paribas, o aumento das negociações com os minicontratos geram um impacto “considerável” no preço e na volatilidade do dólar.

Com uma rentabilidade tão baixa para os ativos da renda fixa, mais e mais investidores passaram a explorar os benefícios da renda variável. Diante desse cenário, o minicontrato de dólar superou o volume financeiro do contrato padrão pela primeira vez em abril deste ano, segundo a B3.

Ainda de acordo com a Bolsa de Valores, a participação desse grupo de investidores no volume de negócios dos minis subiu para 34,5% em julho. Em 2019, o investidor pessoa física correspondia a 27,4% do volume total no mesmo mês.

Esse investimento surgiu para democratizar a operação de índices e dólar, bem como para facilitar a participação do pequeno investidor no mercado futuro. Desde então, se tornou uma opção para quem quer começar com pouco, com chance de fazer muito, inclusive para quem está começando a operar trading.

O minicontrato de dólar é uma das melhores alternativas como porta de entrada para os investidores conhecerem o funcionamento dos mercados mais voláteis.

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Volume financeiro do minicontrato de dólar

Conforme os dados da B3, o mini hoje corresponde a 72% do volume financeiro total dos dois contratos cambiais. Além disso,a média diária de volume de negócios entre janeiro e junho subiu para 2,2 milhões de contratos, ante a média diária de 1,37 milhão de contratos em 2019.

Mas não foi apenas o investidor pessoa física que foi atraído pelo minicontrato de dólar, como também os investidores institucionais.

“Todo mundo tem operado mais o mini, tanto de Bolsa quanto dólar, porque está com mais liquidez. Nos EUA é assim também”, afirmou o sócio fundador da Novus Capital, Luiz Eduardo Portella.

Nesse contexto, a Bolsa de Valores também destacou que esse movimento de ascensão dos minicontratos de dólar aconteceu com os do Ibovespa há alguns anos atrás.

Na avaliação da B3, “uma parcela considerável desses investidores acaba migrando, posteriormente, para outros produtos”, o que faz sentido já que a diversificação é importante.

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