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Investimento em segurança digital deve ser uma das prioridades das empresas em 2022

Por Fast Trade
11 janeiro 2022 - 07:14 | Atualizado em 19 janeiro 2022 - 10:21
Segurança digital

O ritmo das mudanças para o ambiente digital já era rápido. Com a pandemia da Covid-19, contudo, ele se tornou ainda mais acelerado. Dessa maneira, cresceu a dependência das companhias pela tecnologia e, em mesmo grau, aumentaram os ataques cibernéticos. Sendo assim, para este ano e os próximos, os investimentos em segurança digital devem estar no foco das organizações.

 “Investimento em tecnologia se tornou necessário para manter negócios competitivos e virou prioridade para empresas, principalmente, após ser potencializada pela pandemia de covid-19”, explica Giovanni Cordeiro, economista-chefe da Deloitte.

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No mesmo sentido, opina Maurício Saad, sócio-líder de consultoria de transformação digital da EY. Ele diz que uma fatia considerável do orçamento das empresas em 2022 será em investimentos em segurança digital.

 “O assunto deixou de ser um tema exclusivamente de [departamentos de] tecnologia e passou a ser tema da agenda dos presidentes e diretores financeiros das empresas”, afirma Saad.

Estudo da Deloitte

De acordo com estudo da Deloitte com 122 empresas brasileiras no início do ano passado, os ataques cibernéticos já atingiram 41% das companhias, e dessas, 89% fizeram investimentos na área. Entre aquelas que ainda não foram vítimas, apenas 69% investiram em segurança digital.

Além disso, 56% das empresas pesquisadas disseram acreditar que aplicar recursos em segurança digital e privacidade têm a capacidade de alavancar os negócios.

Saad afirma ainda que as próximas inovações irão intensificar os movimentos já presentes hoje.  “Isso [tecnologia 5G] vai transformar ainda mais a forma como empresas e clientes se relacionam”, comenta.

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 “Até porque a legislação caminha para ser cada vez mais restritiva e punitiva para quem não se adaptar a essas mudanças. E claro, isso passa por investimentos”, completa Saad.

A pesquisa da Deloitte revelou ainda que capacitação de pessoas, gestão de riscos e de governança da segurança da informação e monitoramento de redes são práticas que menos da metade das companhias entrevistadas praticam. “As empresas ainda estão tentando entender o que está acontecendo”, completa o sócio-líder da EY.

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