Mercados

Índices futuros americanos e bolsas europeias operam próximos à estabilidade

Por Fast Trade
02 junho 2021 - 09:05 | Atualizado em 02 junho 2021 - 11:08
exterior de olho em tributos

Os índices futuros americanos operam próximos à estabilidade, refletindo as preocupações com a inflação acelerada, em meio à recuperação da economia global.

Nesse sentido, o principal catalisador do pregão é o avanço da vacinação nos países e a expectativa pela retomada mais forte do segmento de aviação.

Apesar de o índice S&P ter fechado 0,8% abaixo do nível recorde, o setor de energia foi destaque devido a uma alta nos preços de petróleo, especialmente, da West Texas Intermediate (WTI), que tiveram a maior valorização em mais de dois anos.

Guia completo para obter sucesso na Bolsa de Valores

Ao mesmo tempo, os futuros do Dow Jones estão positivos, apenas 1,5% abaixo do seu recorde alcançado em abril. Já o Nasdaq Composto negocia estável, na faixa de 3,3% abaixo da máxima contabilizada no mês passado, um reflexo dos estímulos aprovados pelo presidente Joe Biden.

Na Europa, o Eurostoxx abriu com alta de 0,1% com 4076,78 pontos, em meio ao otimismo com a volta do turismo na região.

Da mesma forma, a bolsa de Milão, FTSE MIB abriu estável e o índice da Inglaterra, o FTSE 100, sinalizava para mais uma sessão de ganhos.

Principais repercussões nas Bolsas asiáticas e perspectivas para o pregão no Brasil

Do outro lado do oceano, no continente asiático, os índices apresentaram resultados variados, com destaque positivo para o Nikkei (Japão) e o Kospi (Coreia do Sul).

No Japão, os mercados ganharam força, apesar das notícias contraditórias nesta terça-feira, anunciando uma suspensão temporária de produção de veículos que estão em produção na Malásia. Assim, as ações da Toyota tiveram alta de 2,18% e os papéis da Honda subiram 4,55%.

Nikkei (Japão) +0,46%

Hang Seng (Hong Kong) -0,58%

Kospi (Coreia do Sul) +0,07%

Shanghai SE (China) -0,76%

No Brasil, a sessão desta quarta-feira (02), véspera de feriado de Corpus Christi, promete ser de intensa volatilidade e baixa liquidez na B3, o que certamente pode influenciar no comportamento dos ativos.

Acima de tudo, o forte crescimento do PIB e a queda do dólar para R$5,146 devem reforçar a apetite ao risco dos investidores.

Quer ficar informado de todas as novidades sobre o mercado financeiro? Então participe do Canal do Fast Trade no Telegram através do link: https://t.me/plataformafasttrade

Índices futuros americanos e bolsas europeias operam próximos à estabilidade

Leia também:

Atividade econômica e crise hídrica pressionam Selic acima de 6% em 2021

Investir para transformar a realidade já é uma tendência, segundo pesquisa do UBS

Ibovespa sobe 1,63% e avança aos 128 mil em novo recorde apoiado pelo PIB


Sobre o autor