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Índices europeus fecham em alta com perspectivas de um acordo comercial entre EUA-China

Por Pablo Vinicius Souza
25 fevereiro 2019 - 17:30

Os principais índices europeus fecharam o pregão desta segunda-feira (25) em alta, reagindo à decisão de Donald Trump em estender o prazo final da trégua na guerra comercial com a China. O presidente americano publicou em sua conta no Twitter que diante de um “substancial progresso” nas negociações entre os dois países, inclusive em “questões importantes” como transferência tecnológica e propriedade intelectual, a data do término seria adiada.

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A notícia trouxe euforia aos mercados asiáticos, sobretudo os chineses, que subiram mais de 5% e impulsionaram a alta dos mercados europeus. O índice de referência Stoxx 600 aumentou 0,26%, aos 372 pontos, com o setor automotivo, um dos mais sensíveis às relações comerciais com a China, subindo 2,02% na sessão. O setor bancário, o de maior peso na Europa, também subiu, fechando com avanço de 1,15%.

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Em Londres, a valorização da libra limitou os ganhos do dia, após a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, anunciar que submeterá o acordo final com a União Europeia à votação no Parlamento, no dia 12 de março. O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, declarou que adiar a data de efetivação do Brexit será a alternativa mais racional no momento, já que o governo de britânico ainda não tem o apoio da maioria para aprovar um acordo.

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Com isso, o FTSE 100 fechou em leve alta de 0,07%, aos 7.183 pontos. Em Milão, o FTSE Mib disparou, apresentando um desempenho acima da média, com um aumento de 0,86%, aos 20.436 pontos. O movimento de alta ocorreu após a agência de classificação de riscos relacionados ao crédito Fitch divulgar a nota “BBB” para a dívida soberana da Itália.

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Em Frankfurt, o DAX cresceu 0,42%, aos 11.505 pontos, puxado pelas ações da montadora BMW, que valorizaram 0,78% mesmo depois de a companhia receber uma multa de 8,5 milhões de euros por negligenciar o defeito de softwares e permitir sua instalação em mais de 7 mil veículos, gerando emissões excessivas de diesel. Mesmo sem a constatação de fraude por parte da empresa, a punição ocorreu devido à ausência de controles de qualidade mais seguros e eficientes.

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CidadeÍndice22/0225/02
Toda a EuropaStoxx 600+0,22%+0,26%
FrankfurtDAX+0,30%+0,42%
LondresFTSE 100+0,16%+0,07%
 ParisCAC 40+0,38%+0,31%
MilãoFTSE Mib+0,26%+0,86%
MadriIBEX 35+0,15%00%
BruxelasBEL 20-0,37%+0,41%
LisboaPSI 20-0,17%+0,01%

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