Mercados

Indicadores econômicos globais

Por Fast Trade
08 janeiro 2021 - 08:00 | Atualizado em 11 janeiro 2021 - 08:09

Uma nova bateria de indicadores econômicos globais impulsionou os principais índices globais, que seguiram uma tendência de alta na véspera (7).

Assim como o Ibovespa que alcançou um patamar inédito, os índices de Nova York encerraram a quinta-feira com novo recorde triplo. Do mesmo modo, a maioria das bolsas asiáticas e da Europa valorizaram no dia anterior.

A alta generalizada repercutiu a confirmação da eleição de Joe Biden para a presidência dos Estados Unidos. Nem mesmo a confusão no Capitólio abalou o humor dos investidores.

Em contrapartida, a agitação dos mercados abafou o recorde relacionado a covid-19 nos EUA, uma vez que foram registrados mais de 4.051 mortes pela doença.

De acordo com a Universidade Johns Hopkins, os Estados Unidos já somaram 21,5 milhões de casos do novo coronavírus e mais de 365 mil mortes.

Veja, então, outros catalisadores que apoiaram a alta dos índices globais, uma vez que os indicadores econômicos podem indicar uma retomada da economia.

Indicadores econômicos dos Estados Unidos

Em primeiro lugar, o déficit comercial norte-americano de novembro atingiu seu maior nível em mais de 14 anos.

Conforme os dados do Departamento de Comércio, houve um salto de 8,0% na passagem de outubro para novembro, para US$ 68,1 bilhões.

Ademais, o número de pedidos pelo auxílio-desemprego caiu na semana passada, totalizando 787.000, segundo o Departamento do Trabalho.

Já o Índice de Gerente de Compras (PMI) de serviços do país passou de 55,9 pontos em novembro para 57,2 pontos em dezembro.

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Indicadores econômicos da Europa

Assim como os principais índices globais, os índices acionários das principais bolsas europeias refletem o humor generalizado. Além disso, a região digeriu alguns indicadores econômicos positivos como, por exemplo, a melhora na confiança do consumidor da zona do euro.

Superando a projeção do mercado de 89,09 pontos, o indicador subiu para 90,4 pontos em dezembro. Em paralelo, a inflação ao consumidor contraiu 0,3% em dezembro e as vendas do varejo em novembro caíram 6,1% ante outubro.

Sob o mesmo ponto de vista de retração, o PMI de construção do Reino Unido caiu para 54,6 em dezembro. Apesar do recuo, o indicador permanece acima do patamar de 50 pontos que separa o crescimento da contração.

Ontem, a Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu que a Europa faça mais diante da “situação alarmante” criada pela nova variante mais contagiosa do coronavírus.

Nesse sentido, a campanha de vacinação segue no foco dos investidores, assim como os indicadores econômicos.

Além da vacina americana Pfizer e da alemã BioNTech, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) autorizou a vacina da Moderna.

Conforme relatório elaborado pela AFP, mais de um milhão de habitantes da União Europeia já receberam a primeira dose da vacina.

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Desempenho de alguns dos principais índices

Por fim, o Índice FTSE MIB inaugurou a sessão desta sexta-feira (8) em alta de +0,88%, aos 22.946,06 pontos. O FTSE MIB é o principal indicador do mercado de ações da Bolsa de Valores de Milão.

Em Paris, o Índice CAC 40 abriu o dia com valorização de +0,74%, aos 5.711,58 pontos.

Já em Londres, o Índice FTSE 100 começou o dia estável, aos 6.856,96 pontos.

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