Economia

Indicadores econômicos: Focus, IBC-Br e mais

Por Fast Trade
15 dezembro 2020 - 08:30 | Atualizado em 15 dezembro 2020 - 10:54
Risco Fiscal

A segunda-feira (14) foi marcada por uma importante bateria de indicadores econômicos domésticos como o boletim Focus, por exemplo.

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De acordo com o documento, divulgado pelo Banco Central, os economistas do mercado financeiro alteraram a previsão para o IPCA de 2020. A princípio, a mediana para o índice oficial de preços deste ano passou de alta de 4,21% para 4,35%.

Esse salto é ainda mais expressivo quando comparado ao previsto há um mês (3,25%). Por outro lado, a mediana das previsões para a Selic no próximo ano seguiu em 3,00% ao ano.

Há um mês, o mercado estimava 2,75% para a taxa básica de juros. Do mesmo modo, a projeção foi mantida em 4,50% ao ano para 2022, igual a um mês antes. Assim também, o patamar estimado para 2023 foi mantido em 6,00% ao ano.

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Houve, no entanto, um aumento residual na expectativa para a economia em 2020. Conforme o boletim Focus mais recente, a expectativa por um recuo de 4,40% aumentou para 4,41%. Ainda assim, a previsão se distancia da estimativa de baixa de 4,66%, divulgada há quatro semanas pelo boletim.

O PIB do ano que vem foi mantido pelo mercado financeiro. Nesse sentido, a previsão é por uma alta de 3,50%.

Ademais, a mediana das projeções para o câmbio em 2020 foi de R$ 5,22 para R$ 5,20. Há um mês, a estimativa era de R$ 5,41. Desse modo, a projeção para o câmbio em 2021 também foi revista, passando de R$ 5,10 para R$ 5,03.

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Outros indicadores econômicos

Na sequência dos principais indicadores econômicos divulgados na véspera (14), o investidor acompanhou a divulgação do IBC-Br. De acordo com o Banco Central, o indicador acumulou baixa de 4,92% nos dez primeiros meses do ano, na série sem ajustes sazonais.

Assim também, o IBC-Br apresentou baixa de 3,93% nos 12 meses encerrados em outubro. O BC revisou os dados na margem, na série com ajuste.

Já a prévia extraordinária das Sondagens da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), com dados coletados até o dia 11 deste mês, sinaliza recuo pelo terceiro mês consecutivo da confiança empresarial e dos consumidores em dezembro.

Por sua vez, a balança comercial acumulou déficit de US$ 1,12 bilhão na parcial de dezembro.

Isso quer dizer que o País importou mais do que exportou nesse período. Quando acontece o contrário, o resultado é chamado de “superávit”. Em contrapartida, o saldo de 2020 ainda é positivo (US$ 49,916 bilhões), de acordo com o Ministério da Economia.

De volta ao boletim Focus, o mercado financeiro projeta que a balança comercial encerrará 2020 com superávit comercial de US$ 57,63 bilhões. Para 2021, a estimativa de superávit seguiu em US$ 56,50 bilhões.

Por fim, quer ficar por dentro dos principais indicadores econômicos que podem indicar a retomada da economia pós-pandemia?

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