Mercados

Indicadores econômicos domésticos, dos EUA, Europa e Ásia

Por Fast Trade
15 janeiro 2021 - 08:00 | Atualizado em 15 janeiro 2021 - 08:30
A divulgação dos resultados trimestrais da companhias promete agitar o mercado local

Veja quais foram os principais indicadores econômicos que repercutiram no pregão de quinta-feira (14) no Brasil, nos Estados Unidos, na Europa e na China.

Indicadores econômicos domésticos

Em primeiro lugar, a Diretoria Colegiada do Banco Central aprovou uma mudança no Regulamento do Comitê de Política Monetária (Copom). Assim sendo, as próximas decisões do colegiado sobre a taxa básica de juros (Selic) serão divulgadas a partir das 18h30.

Anteriormente, as decisões costumavam ser divulgadas a partir das 18 horas, após o fechamento do mercado financeiro. De acordo com o BC, as datas das próximas reuniões do Copom são: 19 e 20 de janeiro.

Posteriormente, os encontros acontecerão em 16 e 17 de março; 4 e 5 de maio; 15 e 16 de junho; 3 e 4 de agosto; 21 e 22 de setembro; 26 e 27 de outubro e, por fim, 7 e 8 de dezembro.

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Outra novidade é que o segundo dia do encontro do comitê passará a ter início às 14h30.

Em segundo lugar, a produção industrial cresceu em 10 dos 15 locais pesquisados no mês de novembro, conforme levantamento do IBGE.

A Pesquisa Industrial Mensal (PIM-Regional) mostra, por exemplo, que oito localidades superaram o patamar de fevereiro. O período é usado como referência anterior ao boom da pandemia de covid-19 no Brasil.

As regiões são: Amazonas (14,9%), Santa Catarina (9,5%), Ceará (7,5%), Minas Gerais (6,2%), SP (6%), Paraná (5,9%), Rio Grande do Sul (5,2%) e Pernambuco (1,8%).

Respondendo pela maior influência no resultado da indústria brasileira, São Paulo subiu 1,5% na passagem de outubro para novembro.

 “Como nos últimos meses, as influências positivas na indústria paulista foram do setor de veículos e do setor de máquinas e equipamentos”, diz Bernardo Almeida, gerente da pesquisa do IBGE. Confira os detalhes do índice.

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Calendário econômico norte-americano

Em terceiro lugar, os indicadores econômicos dos Estados Unidos ficaram em segundo plano na quinta-feira (14). Isso aconteceu principalmente porque os investidores aguardavam o anúncio de mais estímulos fiscais na região.

Nesse sentido, o presidente eleito, Joe Biden, divulgou o “Plano de Resgate Americano”. A fim de ajudar famílias e empresas durante a crise gerada pela crise de covid-19, Biden anunciou um pacote de estímulos de US$ 1,9 trilhão.

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Ademais, os mercados repercutiram ontem os primeiros pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos em 2021.

Como resultado da desaceleração nas contratações, os pedidos avançaram para 965.000 na semana passada, segundo o Departamento do Trabalho do país.

Já os preços de importação dos Estados Unidos aumentaram 0,9% em dezembro, impulsionados por preços mais altos de produtos de energia.

Indicadores econômicos da Europa

Assim também, a quinta-feira (14) contou com uma agenda recheada de indicadores econômicos da região.

O Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha, por exemplo, declinou 5% em 2020 na comparação anual com 2019.

Os dados apresentados pela Destatis, agência oficial de estatísticas do país, revelam a maior queda desde 2009 (-5,7%, na esteira da crise financeira mundial).

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Calendário econômico asiático

Por fim, os dados relacionados com as importações chinesas repercutiram em diversos mercados na véspera, assim como nos preços do petróleo.

Recorde, as importações totais da potência asiática aumentaram 7,3% em 2020, totalizando 542,4 toneladas, ou 10,85 milhões de bpd.

Do mesmo modo, as importações de soja pela China atingiram um recorde em 2020, diante da alta de 13% na comparação anual.

Outro destaque foram as importações de 9,91 milhões de toneladas de carne, alta de 60,4% na mesma base de comparação.

Além disso, a China reportou um superávit comercial de US$ 78,17 bilhões em dezembro, fechando 2020 com saldo positivo de US$ 535,03 bilhões.

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