Economia

Indicador antecedente da economia brasileira (IACE) cresce 1,2% em setembro

Por Fast Trade
16 outubro 2020 - 07:30 | Atualizado em 16 outubro 2020 - 10:29
economia brasileira

Lançado em 2013 pelo FGV IBRE e pelo The Conference Board, o Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (IACE) cresceu 1,2% em setembro deste ano.

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Com isso, o índice que permite uma comparação direta dos ciclos econômicos entre o Brasil e outros 11 países e regiões já cobertos pelo The Conference Board (China, Estados Unidos, Zona do Euro, Austrália, França, Alemanha, Japão, México, Coréia, Espanha e Reino Unido), passou para 121,9 pontos.

O resultado ficou 1,9 pontos acima do montante computado em fevereiro de 2020, período considerado “pré-pandemia” aqui no Brasil. Do mesmo modo, a variação acumulada nos últimos seis meses para o Indicador Antecedente da Economia Brasileira também ficou positiva, em 8,6%.

Em publicação na quinta-feira (15), o Instituto Brasileiro de Economia sinalizou que quatro das oito séries componentes contribuíram para a alta desse indicador.

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Componentes do IACE

  • Índice de Expectativas da Indústria (Fonte: FGV IBRE)
  • Índice de Expectativas dos Serviços (Fonte: FGV IBRE)
  • Taxa referencial de swaps DI pré-fixada – 360 dias (Fonte: Banco Central)
  • Índice de Expectativas do Consumidor (Fonte: FGV IBRE)
  • Ibovespa – Fechamento do mês (Fonte: BOVESPA)
  • Índice de produção física de bens de consumo duráveis (Fonte: IBGE)
  • // de Termos de troca (Fonte: FUNCEX)
  • // Índice de quantum de exportações (Fonte: FUNCEX)

Desses, o Índice de Expectativas da Indústria figurou como o maior contribuinte para o resultado de alta computado pelo IACE, segundo o FGV IBRE.

Conforme a publicação do Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (IACE), essa agregação dos indicadores individuais em um índice composto filtra os chamados “ruídos”, contribuindo para que a tendência econômica efetiva seja revelada.

Ainda de acordo com o Instituto Brasileiro de Economia, o IACE, que conta com uma série desde 1996, teria antecipado todas as quatro recessões que, posteriormente, foram identificadas pelo Comitê de Datação de Ciclos Econômicos do IBRE (CODACE).

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Indicador Coincidente Composto da Economia Brasileira (ICCE)

Por sua vez, o ICCE, indicador responsável por mensurar as condições econômicas atuais, permaneceu estável em 103,9 pontos no levantamento de setembro, mas ficou positiva em 1,8% no acumulado dos últimos seis meses.

Segundo Paulo Picchetti do FGV IBRE, o desempenho desse índice no decorrer dos últimos meses mostra que “o pior ficou para trás”. Mesmo assim, ele ponderou que “o aumento de ritmo da retomada ainda está mais presente nas expectativas do que nos indicadores atuais”.

Por fim, acesse aqui o Press Release do Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (IACE).

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