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IMC (MEAL3) atrai cerca de R$1 bilhão em estreia no mercado de debêntures

Por Eloiza Amaral
19 março 2019 - 16:22

De acordo com informações da Coluna do Broadcast, do jornal Estado de S. Paulo, em sua estreia no mercado de debêntures, a International Meal Company (IMC), dona da rede Frango Assado e Viena, conseguiu atrair uma demanda de cerca de R$1 bilhão.

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Apesar de um valor alta, a companhia optou por pegar apenas R$250 milhões. O restante será utilizado no pagamento de empréstimos feitos com o BTG Pactual, que também atuou como coordenador de emissão dos papeis.

A alta demanda de interessados fez com que o custo da operação caísse expressivamente, o que é comum com outros emissores. Como consequência, foram emitidas debêntures de cinco e sete anos, e o prêmio que a empresa pagou aos investidores, acima do CDI, caiu de 2,70% para 1,10% na série de cinco anos e de 3% para 1,60% na de sete anos.

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Em dezembro, a IMC teve problemas em uma medida de união das operações com a Sapore. A companhia desistiu de adquirir a da dona das redes Viena e Frango Assado, depois que conselho da IMC aprovou em assembleia de acionistas a adoção da chamada “pílula do veneno” para proteger a empresa de tentativas de tomada de controle. A intenção da Sapore era adquirir 42,5% das ações da IMC por apenas R$600 milhões.

Uma pílula de veneno, impõe que quando um investidor alcance 30% do capital de uma empresa, deve lançar uma oferta por toda a companhia. Com isso, fica mais difícil a tomada de controle em empresas com capital pulverizado na bolsa, como é o caso da IMC.

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Por volta das 16h20 do horário de Brasília, as ações da IMC (MEAL3), estavam sendo negociadas no Ibovespa com queda de 0,50% e valor de compra máximos por ativo de R$9,89.

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