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Ibovespa vira para queda após se aproximar da máxima histórica

Por Fast Trade
25 maio 2021 - 13:00 | Atualizado em 25 maio 2021 - 16:19
Ibovespa futuro apresenta queda

Favorecido pelo clima de Wall Street, o Ibovespa se aproximou de suas máximas históricas, mas virou para queda com o cenário doméstico no radar.

Na seara política, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 retomou hoje (25) os trabalhos no Senado Federal. Os parlamentares ouvem a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro.

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Além disso, o mercado pode reagir ao pronunciamento do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Segundo ele, a meta de inflação é a missão da autarquia e será cumprida. “Por isso fizemos mais do que o mercado entendia anteriormente e vamos seguir nesse caminho”, disse.

Os investidores também digerem o IPCA-15 que desacelerou na passagem de abril para maio (0,44%, o melhor resultado para o mês desde 2016).

Às 12h44 o Ibovespa recuava 0,41% e marcava 123.517,19 pontos. Na máxima intradia, o índice chegou a 124.695,53 pontos.

Destaques corporativos do Ibovespa

As cinco maiores altas do Ibovespa às 12h43: Cielo (CIEL3, +4,74%), GPA (PCAR3 +4,36%), YDUQS (YDUQ3, +3,86%), Cogna (COGN3, +3,58%) e Azul (AZUL4, +2,92%).

Mais cedo, quando o Ibovespa se aproximava de novas máximas, a companhia aérea Azul liderava as altas. A empresa informou ter contratado consultores para estudar oportunidades de consolidação da indústria.

Além disso, a aérea anunciou encerramento de acordo de compartilhamento de voos (“codeshare”) com a Latam Airlines Brasil, que começou em agosto de 2020.

Por fim, as cinco maiores baixas do Ibovespa são: Banco Inter (BIDI11, -4,91%), B3 (B3SA3, -2,23%), Cosan (CSAN3, -2,09%, Usiminas (USIM5, -1,40%) e Raia Drogasil (RADL3, -1,74%).

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