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Ibovespa ultrapassa 121 mil pontos, sustentado por ações de commodities

Por Fast Trade
07 janeiro 2021 - 14:10 | Atualizado em 07 janeiro 2021 - 17:03

Amparado por ações ligadas a commodities, o Ibovespa rompeu a marca dos 121 mil pontos nesta quinta-feira (7). Os papéis, por sua vez, repercutem a movimentação dos mercados globais, como os preços do petróleo, por exemplo.

Às 12h55, o mais importante indicador do desempenho médio das cotações das ações negociadas na B3 avançava 2,05%, aos 121.537,09 pontos.

Conforme o desempenho do índice, nota-se que as manifestações pró-Trump, realizadas ontem (6), tiveram pouca relevância. Os protestos aconteceram ontem no Capitólio, onde fica o Congresso dos EUA, e interromperam a sessão que certificaria a eleição do presidente eleito, Joe Biden.

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Por outro lado, segue na mira dos investidores os sinais que podem indicar uma eventual ampliação dos estímulos fiscais no país. Nesse sentido, os mercados repercutem a concretização da “onda azul”, após os democratas terem conquistado maioria no Senado, igualando a maioria já obtida na Câmara.

Assim sendo, as duas casas legislativas ficarão sob o comando do partido de Biden, cujo perfil é esperado para ampliar investimentos em obras.

Ao mesmo tempo, os índices acionários em Nova York também registraram novas máximas históricas intradiárias.

O Dow Jones, por exemplo, chegou a valorizar 1,07% e marcar 31.155,15 pontos, ao passo que o S&P 500 subia 1,54%, a 3.806,25 pontos. Do mesmo modo, o índice eletrônico Nasdaq avançava 2,21%, a 13.022,17 pontos.

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Catalisadores do Ibovespa

Diante da valorização de matérias primas, ações ligadas a commodities performam bem no dia em que o Ibovespa rompeu a máxima intradiária. Resta saber se o recorde de fechamento também será renovado. Para isso, é preciso que o índice feche acima dos 119.527 pontos.

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Sustentados pelo movimento de matérias primas como o minério de ferro, o petróleo, mas também a alta dos índices acionários norte-americanos, que também renovaram máximas no começo da tarde desta quinta-feira (7),

A CSN (CSNA3) disparava 5,17% às 13h07, seguida da Gerdau (GGBR4) +4,39%, ampliando os ganhos registrados na véspera.

Ademais, a Usiminas (USIM5) avançava 3,94% no mesmo horário, refletindo a escalada global dos preços de metais.

Os papéis da Petrobras (PETR3, + 2,31%; PETR4, + 2,73%) também sobem, impulsionados pelos futuros do petróleo, ambos acima do patamar de US$ por barril.

Às 13h11, as ações da Braskem (BRKM5) valorizavam 2,60%, repercutindo o anúncio de que a Braskem Idesa retomou parcialmente a produção de polietileno no México.

Destaque, os papéis da Klabin (KLBN4) já sobem quase 7% (6,81%), após captar US$ 500 milhões em títulos de 10 anos.

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