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Ibovespa sobe com união entre Bolsonaro e Guedes e aceno ao controle fiscal

Por Fast Trade
18 agosto 2020 - 12:55 | Atualizado em 18 agosto 2020 - 15:59

O Ibovespa opera em alta nesta terça-feira (18), refletindo o clima de união entre o presidente Jair Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes e o aceno ao controle fiscal.

Depois de perder os 100 mil pontos na véspera, o índice geral ensaiava recuperação, se concentrando nos desdobramentos do cenário político.

Nesse sentido, ficou em destaque as declarações de Bolsonaro, ao afirmar que a saída de Guedes nunca foi sequer cogitada e que a possibilidade de ultrapassar o teto de gastos é praticamente nula.

A crise do ministério da Economia teve início com o pedido de demissão dos secretários especiais Salim Mattar e Paulo Uebel, colocando em xeque a continuidade da agenda liberal.

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Contudo, em entrevista a jornalistas, Guedes reafirmou o seu compromisso em permanecer no governo e disse que existe uma relação de muita confiança entre ele e Bolsonaro.

Além disso, o ministro confirmou que vai ajustar o orçamento para destinar verbas à realização de obras públicas e alguns investimentos, conforme a solicitação do Planalto.

Mesmo diante de uma situação de aumento no déficit público em decorrência da pandemia, Guedes enfatizou a importância do respeito aos limites fiscais, reconhecendo que é normal a pressão dos demais ministros pela liberação de verbas adicionais.

Enquanto isso, no exterior, o clima era de grande tensão após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevar as restrições contra a chinesa Huawei.

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Desse modo, a companhia terá sérias dificuldades em adquirir componentes essenciais, como microchips, vendidos por empresas americanas.

Ademais, Trump já havia determinado, uma ordem executiva para a também chinesa Bytedance, controladora do aplicativo TikTok, vender suas operações no país, o que acentuou o conflito entre Washington e Pequim.

Resultados Corporativos e principais expoentes na B3

A Magazine Luiza (MGLU3) divulgou os resultados corporativos após o fechamento do mercado ontem, informando um prejuízo líquido de R$85,2 milhões no segundo trimestre.

Apesar de os números se mostrarem negativos, o declínio veio muito abaixo das estimativas dos analistas, animando o mercado.

Da mesma forma, o pregão é positivo para as companhias do setor siderúrgico, que subiam no compasso da valorização do minério de ferro.

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Os contratos futuros da commodity alcançavam o patamar de US$120 a tonelada, em função do forte aumento na demanda da China.

Na B3, as companhias Gerdau (GGBR4), CSN (CSNA3), Usiminas (USIM5), Magazine Luiza (MGLU3) e Gerdau Metalúrgica (GOAU4) registravam as máximas do dia.

Já as empresas Marfrig (MRFG3), Grupo Natura (NTCO3), Hypera (HYPE3), Taesa Units (TAEE11), Eletrobras (ELET6) anotavam as maiores perdas.

Ás 12h55 (horário de Brasília), a Bolsa brasileira saltava 2,16%, aos 101.750 pontos, com um volume financeiro de R$11,580 bilhões.

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