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Ibovespa recua, emenda 3ª semana no vermelho e afunda 4% em fevereiro

Por Fast Trade
26 fevereiro 2021 - 19:25 | Atualizado em 27 fevereiro 2021 - 11:00

Após uma sessão volátil, o Ibovespa (IBOV) fechou o pregão em queda (-1,98%), aos 110.037 pontos, e ampliou as perdas mensais.

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Desse modo, o índice acumulou perdas de 6,9% na semana e de 4,2% no mês, conforme dados preliminares. Assim sendo, o Ibovespa já soma uma queda de 7,4% na parcial do ano corrente.

Durante a sessão, o mais importante indicador do desempenho médio das cotações das ações negociadas na B3 chegou a ficar abaixo dos 110 mil pontos.

Em suma, o índice repercutiu no mês uma economia sufocada e a retomada de novas imposições à atividade.

A partir da madrugada desta sexta-feira, por exemplo, São Paulo, Santa Catarina e o Distrito Federal terão toques de recolher durante a noite. Com isso, a expectativa é conter o repique da covid-19, que lota as UTIs do Brasil.

Responsável por parte importante da queda mensal do Ibovespa, a Petrobras (PETR3; PETR4) foi o grande destaque corporativo negativo. No consolidado do mês, a estatal passou pelo maior derretimento entre 81 ações da maior carteira teórica doméstica.

Os ativos ordinários da Petrobras, por exemplo, afundaram 18,95% em fevereiro. Assim também, as ações preferenciais da estatal despencaram 16,67% no mesmo período. 

Vale relembrar que apenas na sexta (19) passada, os ativos da petroleira registraram uma forte queda, diante da polêmica de troca do comando da Petrobras.

Hoje, inclusive, o presidente do Banco do Brasil (BBAS3) André Brandão, colocou o cargo à disposição do presidente Jair Bolsonaro, segundo informações do jornal O Globo, que cita fontes do Palácio do Planalto.

Como resultado, as ações BBAS3 intensificaram a queda na reta final do pregão, fechando com baixa de 4,92%, a R$ 28,05.

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Receios de estatais pressionam o Ibovespa

Assim como no caso da Petrobras, os relatos de que Brandão estaria prestes a se afastar do comando da estatal pressionaram o Ibovespa. Nesse sentido, os papéis ordinários da Eletrobras (ELET3) recuaram no pregão (-3,08%), para R$ 32,41.

Top 5 máximas do Ibovespa em fevereiro:

Embraer (EMBR3, +39,14%, Braskem (BRKM5, +29,07%), Usiminas (USIM5, +23,03%), Eletrobras (ELET6, +19,77%) e Suzano (SUZB3, +17,92%).

Top 5 mínimas do índice no mesmo período:

Via Varejo (VVAR3, – 19,20%), Petrobras (PETR3, -18,95%), Cogna (COGN3, 17,26%), SulAmérica (SULA11, 17,24%) e Petrobras (PETR4, -16,67%).

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