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Ibovespa acumula alta de 5,09% em semana marcada por dois recordes de fechamento

Por Fast Trade
08 janeiro 2021 - 20:28 | Atualizado em 09 janeiro 2021 - 10:35
saldo positivo do Ibovespa

O Ibovespa rompeu o recorde de fechamento pelo segundo pregão consecutivo e acumulou ganhos de 5,09% na semana. A alta desta sexta-feira (8) foi de 2,20%, aos 125.076,63 pontos, após tocar a nova máxima intradiária de 125.324 pontos.

Impulsionado pela alta liquidez, o principal índice de desempenho da B3 refletiu a performance dos papéis ligados ao mercado doméstico. Conforme divulgado no portal, o rumor de fusão entre a NotreDame Intermédica (GNDI3) e Hapvida (HAPV3) fez os papéis dispararem.

Em primeiro lugar, a Intermédica valorizou 26,59% e encerrou o pregão cotada a R$ 91,40. Em segundo lugar, a Hapvida avançou 17,68% na sessão, a R$ 16,78 por ação.

Após a notícia repercutir no mercado, a Hapvida afirmou que apresentou a proposta não vinculante ao conselho de administração do GNDI. De acordo com a empresa, acionistas da Hapvida ficariam com 53,1% de participação na nova empresa, ao passo que os da Intermédica ficaria com 46,9%.

Se combinados, os negócios originariam uma empresa com valor de mercado superior a R$ 100 bilhões, segundo a CNN.

Os setores de commodities e bancos ficaram aquém das últimas altas registradas, mas ainda assim o giro financeiro somou R$ 32 bilhões. Principal destaque corporativo na quinta-feira (7), a VALE3 contraiu 0,3%, mas se manteve acima dos R$ 100 por ação (R$ 102).

No entanto, foram os ativos da Metalúrgica Gerdau (GOAU4) que registraram maior queda (-1,68%, a R$ R$ 12,88). Entre as instituições monetárias, o Banco Santander (SANB11) registrou oscilação de -1,06%, em relação ao último fechamento, cotado em R$ 45,89.

Vacinação repercute no Ibovespa

O mercado também repercutiu a projeção de que a campanha de vacinação contra o novo coronavírus comece ainda em janeiro no Brasil.

De acordo com o Valor Econômico, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu nesta sexta-feira o pedido de autorização temporária de uso emergencial da vacina de Oxford.

O pedido para o uso em caráter experimental foi enviado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). No Brasil, a fundação conduz os estudos da vacina desenvolvida pela empresa AstraZeneca.

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