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IBC-Br; preços ao consumidor e novas moradias; PIB chinês e mais indicadores econômicos

Por Bruna Santos
16 janeiro 2020 - 09:46
Impactos do coronavírus

Depois que os indicadores econômicos locais puxarem o Ibovespa no pregão da véspera (15), o investidor vai monitorar cuidadosamente a publicação do IBC-Br pelo Banco Central, utilizado como parâmetro para avaliar o ritmo de crescimento da economia brasileira ao longo dos meses.

Ainda na América Latina, os preços ao consumidor na Argentina tiveram alta considerável de 53,8% em 2019.

Esse representa o maior aumento em 28 anos, impondo um grande desafio para o novo governo do presidente Alberto Fernández.

Nos Estados Unidos os principais indicadores monitorados serão os pedidos do seguro desemprego, números de vendas no varejo e exportação.

Os bancos chineses liberaram 1,14 trilhão de yuans (US$ 165,5 bilhões) em novos empréstimos para o mês de dezembro.

De acordo com os dados publicados pelo Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês), o montante, que ficou acima das expectativas de analistas consultados pelo The Wall Street Journal (1,1 trilhão de yuans), é também inferior aos 1,39 trilhão de yuans de novembro.

Paralelamente, o vice-primeiro-ministro chinês Liu He está confiante na economia chinesa.

Após a assinatura do acordo com os EUA, Liu falou que o PIB chinês cresceu mais de 6% em 2019.

Em contrapartida, o preço médio de novas moradias nas 70 maiores cidades da China desacelerou na comparação com novembro (+7,3%), mesmo após alta de 6,8%, conforme os cálculos realizados pelo The Wall Street Journal baseados em dados do Escritório Nacional de Estatísticas (NBS, pela sigla em inglês) do país.

Na Europa, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da Alemanha subiu 1,5% em dezembro passado.

Em relação a novembro, o CPI alemão avançou 0,5% em dezembro, segundo a agência de estatísticas alemã, Destatis.


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