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Governo perde na Câmara, no Senado e no STF

Por Pablo Vinicius Souza
13 junho 2019 - 10:36
Panorama das crises políticas
Foto: Mauro Pimentel

O dia dos namorados, tradicionalmente comemorado em 12 de junho, não foi nada amistoso para o governo que viu três de suas principais medidas ameaçadas.

No Senado, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou projetos que derrubam o decreto de armas, defendido por Bolsonaro.

Da mesma forma, a maior parte dos parlamentares no Supremo Tribunal Federal (STF) optou pela suspensão de ao menos parte do decreto que prevê a extinção de órgãos colegiados como conselhos, da administração pública federal.

Em função disso, o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, informou que Jair Bolsonaro estuda a possibilidade de apresentar um projeto de lei, com modificações no texto.

 “O senhor presidente há de retornar com um instrumento legal, provavelmente um projeto de lei para apresentar essa modificação”, disse na noite de ontem (12).

Para completar a trinca, o governo também não foi vitorioso na proposta da reforma da Previdência, uma vez que os Estados e municípios foram extraídos do relatório da PEC, pelo deputado e relator na Câmara, Samuel Moreira (PSDB-SP).

Assim sendo, a economia prevista pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes, é comprometida.

Em contraste com as negativas, o governo pôde comemorar a manutenção do contingenciamento na Educação, decisão celebrada no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).

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