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Giro pelo mundo: ‘nova arma estratégica’ da Coreia do Norte e investidores estrangeiros

Por Bruna Santos
02 janeiro 2020 - 09:37
Abertura desta quarta-feira 23 de junho

Após ter alertado sobre um provável “presente de Natal indesejado” para os Estados Unidos que poderia significar o teste de um míssil balístico intercontinental, o líder da Coreia do NorteKim Jong Un, parece ter recuado parcialmente. De acordo com a imprensa estatal da região, Kim falou em sessão plenária do Comitê Central do governista Partido dos Trabalhadores que o mundo vai testemunhar a nova arma estratégica do país.

Essa medida, segundo reportou a imprensa, estaria prevista para um futuro próximo. Além disso, o líder da Coreia do Norte disse que os EUA prolongaram as negociações. Em abril de 2018, a Coreia do Norte garantiu que iria suspender testes de armas nucleares e de mísseis balísticos intercontinentais, mas os Estados Unidos não cumpriram a sua parte de suspender sanções em resposta, afirmou Kim.

Diante da hostilidade americana, percebida entre os exercícios militares praticados em conjunto com a Coreia do Sul, conforme apontado por Kim, não existe espaço para que a Coreia do Norte permaneça presa ao comprometimento unilateral com uma moratória. No continente asiático, protestos podem afastar investidores interessados em fazer negócios na Índia, a terceira maior economia local e ameaçam a recuperação de uma economia que se expande no ritmo mais fraco em mais de seis anos.

O movimento é uma resposta à lei que impede que mulçumanos de três países vizinhos obtenham cidadania indiana, mas não proíbe outras religiões. Em contrapartida, a reputação do Chile entre investidores estrangeiros sobreviveu à recente onda de protestos, segundo indicadores de mercado. O governo agora planeja lucrar com essa credibilidade por sua sólida gestão fiscal emitindo US$ 8,7 bilhões em títulos de dívida em 2020; US$ 5,3 bilhões serão vendidos no exterior, acima dos US$ 3 bilhões de 2018.

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