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Entidade do varejo prepara ofensiva contra Shopee, AliExpress e Mercado Livre

Por TradersClub
14 fevereiro 2022 - 10:46 | Atualizado em 14 fevereiro 2022 - 11:14

O Instituto para Desenvolvimento do Varejo prepara uma ofensiva contra marketplaces estrangeiros que operam no Brasil, como Shopee, AliExpress e Mercado Livre, informou hoje o Valor Econômico citando fontes.

O grupo, que inclui companhias como Americanas, Casas Bahia, Magazine Luiza, Riachuelo e Lojas Renner, alega problemas concorrenciais para as estrangeiras, além de citar fraqueza na fiscalização da qualidade dos produtos vendidos por elas. Segundo a publicação, o grupo deve avançar por meio de uma representação no Conselho Administrativo de Defesa Econômica, Cade.

Confira a seguir outras notícias corporativas que podem mexer com o pregão da bolsa na B3 nesta segunda-feira.

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Ultrapar

A dona das marcas Ipiranga e Ultragaz, que tem vendido ativos para concentrar a atuação em seu mercado principal, informou que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica considera complexo o ato de concentração entre a Extrafarma e a Pague Menos. A Ultrapar vendeu a Extrafarma em maio de 2021 à Pague Menos. Segundo a companhia, “a declaração de complexidade é etapa regular dentro do rito”.

Raízen

O Cade investiga se a distribuidora impediu repasses de redução de preço de combustíveis ao consumidor, informou a coluna do jornal O Globo. Instaurada em junho de 2020, a acusação central é de que a empresa determina o valor de revenda dos combustíveis distribuídos para os postos de sua bandeira, desrespeitando uma redução definida pela Petrobras a partir de 2018. Ainda segundo a publicação, a Raízen tentou arquivar o caso, mas o pedido foi negado.

Hapvida e NotreDame Intermédica

A combinação de negócios entre as operadoras de saúde foi efetivada e tornou-se eficaz na sexta-feira, último dia de negociação das ações ‘GNDI3’. As ações da Hapvida passam a negociar a partir de hoje com a incorporação dos papéis da Intermédica.

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Cartões

Instituições tradicionais de cartões se movimentam para que o mercado revise as tarifas de intercâmbio na modalidade de pré-pagos, na tentativa de evitar a imposição de um teto pelo Banco Central. O Valor Econômico apurou que duas bandeiras devem reduzir preços na próxima semana e que fintechs são contra revisões. As tarifas de intercâmbio são definidas pelas bandeiras e cobradas para remunerar o emissor do cartão. As donas de

“maquininhas” acusam bancos digitais de cobrar valores indevidos nessas transações, segundo a publicação.

AES Brasil

A elétrica recebeu a renúncia de Leonardo Moreno ao seu conselho de administração e elegeu Juan Rubiolo como vice-presidente do conselho.

ABC Brasil

O banco prevê alta entre 40% e 50% da carteira de crédito expandida para empresas médias, com a inadimplência se mantendo estável mesmo em um cenário macroeconômico desafiador, disse o diretor Ricardo Moura ao Valor Econômico.

Aegea

A companhia de saneamento, investida da Itaúsa, venceu concorrência para concessão de prestação de serviços de esgotamento sanitário na cidade de Crato, no Ceará, com prazo de 35 anos.

Stone

A adquirente recusou ao menos uma proposta para venda da Linx, empresa de software para varejo comprada no final de 2020, informou coluna do jornal O Globo.

Balanços

Após o fechamento do mercado, chega a vez de Banco do Brasil, Engie Brasil, Itaúsa, Raízen e São Martinho divulgarem os resultados do quarto trimestre de 2021.

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