Dólar e Câmbio

Em semana de correção no câmbio, dólar acumula queda de 2,12%

Por Fast Trade
14 janeiro 2022 - 18:48 | Atualizado em 14 janeiro 2022 - 19:46

O dólar comercial caiu 0,25% nesta sexta-feira (14), na cotação de R$ 5,5120 na venda, concluindo uma semana de correção. Sem um vetor de tendência aparente, a divisa americana mudou de direção durante o período da tarde, permanecendo em território negativo.

No radar, além do baixo volume de negócios, ecoaram as palavras do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, sobre a política monetária do país. Ele confirmou que a retirada completa dos estímulos acontecerá este ano, inclusive, no que tange à redução do balanço patrimonial da instituição.

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Além disso, ele enfatizou que haverá o aumento dos juros, embora essa nova diretriz tenha como objetivo fazer um pouso suave na economia. E ao contrário do que os especialistas projetavam, essas declarações acalmaram os investidores e retiraram parte da pressão de alta sobre o dólar.

Como resultado, a moeda dos EUA registrou desvalorização semanal de 2,12%. Apesar disso, os investidores não acreditam que a divisa atingiu o seu pico contra o real, de modo que ainda há espaço para novos aumentos nos próximos meses.

“Acreditamos que este seja apenas um comportamento do tipo ‘venda o fato’ que acabou desencadeando uma série de desmontes de posições compradas (apostando na alta) da moeda americana” – disseram os economistas do banco ING.

Juros futuros registraram leve alta de olho no exterior

Os contratos de juros futuros encerraram com leve aumento nas taxas ao longo da curva, de olho na repercussão dos indicadores internacionais. Isto porque, o enfraquecimento dos dados sobre as vendas no varejo e a produção industrial se somaram às perspectivas de aumento nos juros pelo Fed.

Desse modo, a adição de prêmio de risco ocorreu em quase todos os vértices, em atenção ao discurso do presidente do Fed de Nova York, John Williams. Em contrapartida

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Segundo ele, a elevação da taxa básica será o próximo passo nas diretrizes da instituição, pois, o intuito é conter o avanço da inflação. O DI junho/2022 subiu a 11,23% (11,21% no ajuste anterior), o DI julho/2023 avançou para 11,94% (11,90% no ajuste anterior) e o DI julho/2025 saltou a 11,18% (11,09% no ajuste anterior).

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