Dólar e Câmbio

Dólar sobe a R$5,37 de olho na cena local e renova a máxima em um mês

Por Fast Trade
27 setembro 2021 - 18:41 | Atualizado em 27 setembro 2021 - 19:10
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O dólar comercial fechou em alta de 0,64% nesta segunda-feira (27), na cotação de R$5,3770 na venda e renova a máxima em um mês. Em meio a um cenário de incertezas tanto na cena local quanto no exterior, a divisa americana se fortaleceu em bloco contra as principais moedas emergentes.

Nesse contexto, o real apresentou o segundo pior desempenho, perdendo apenas para o peso filipino, que liderou as perdas deste pregão. Vale lembrar que esta é a quarta sessão consecutiva de ganhos para o dólar, na maior sequência de valorização desde meados de junho.

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Apesar de ter oscilado em queda as primeiras horas de pregão, o câmbio ganhou força após a notícia de que a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de Lei do Congresso Nacional que cria as bases para instituir um novo programa social em substituição ao Bolsa Família.

Desse modo, a moeda brasileira agora enfrente três fatores críticos: os riscos no quadro fiscal do país, as possíveis mudanças na política monetária dos EUA e as incertezas na economia chinesa. Diante disso, é normal que os investidores decidam se desfazer de suas posições em real, temendo mais volatilidade.

Juros futuros avançam com foco nos Treasuries

Os contratos de juros futuros encerraram com aumento nas taxas em todos os períodos, reagindo ao aumento dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano. Frente ao acúmulo de riscos, os agentes de mercado adicionaram prêmio ao longo da curva, ainda que em um movimento bastante moderado.

Além disso, também pesou o ambiente mais desafiador para a inflação doméstica e o susto com a Petrobras, após o presidente Jair Bolsonaro sinalizar que faria uma reunião para reduzir os preços dos combustíveis.

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No entanto, a estatal se manifestou informando que a política de preços não sofrerá alterações, reiterando a independência de sua gestão.

O DI janeiro/2022 subiu a 7,15% (7,14% no ajuste anterior), o DI outubro/2023 avançou para 9,69% (9,57% no ajuste anterior) e o DI janeiro/2025 saltou a 10,17% (10,05% no ajuste anterior).

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