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Dólar sobe a R$4,09 no compasso da “superquarta”

Por Pablo Vinicius Souza
18 setembro 2019 - 12:47

Com o noticiário repleto de informações decisivas nesta superquarta, o dólar comercial refletia o sentimento de cautela dos investidores e se fortalecia contra as principais moedas emergentes no exterior.

Por aqui, a divisa americana subia 0,52% contra o real brasileiro, sendo cotada a R$4,0980 na venda, às 12h22 (horário de Brasília).

No radar, está a conclusão das reuniões do Federal Reserve, nos EUA, e do Comitê de Política Monetária (Copom), no Brasil.

As decisões emanadas pelas instituições são muito aguardadas porque revelam como será a condução das bases econômicas nos dois países e essa expectativa pressionava o avanço do dólar no câmbio doméstico.

As projeções dos economistas sinalizam que o Fed escolherá reduzir a taxa básica em 0,25%, passando a atuar no intervalo entre 1,75% e 2% ao ano, apesar de os temores em relação ao petróleo terem aumentado as apostas na manutenção dos juros.

Já no mercado interno, a posição majoritária indica que haverá um corte de 0,50% na taxa Selic, dando sequência ao ciclo de afrouxamento, que deverá se estender por mais um período.

Na renda fixa, os contratos de juros futuros operavam em queda precificando exatamente a flexibilização da estrutura macroeconômica do país, o que pode ser observado pelo comportamento da curva a termo.

O DI março/2020 caía 0,59%, sendo negociado a 5,08% (5,09% no ajuste anterior) e o DI janeiro/2026 declinava 0,43%, sendo vendido a 6,97% (7,01% no ajuste anterior).


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