Dólar e índice

Dólar opera em queda seguindo o apetite ao risco do exterior

Por Fast Trade
12 janeiro 2021 - 13:13 | Atualizado em 12 janeiro 2021 - 14:24

O dólar comercial opera em queda nesta terça-feira (12), acompanhando o apetite ao risco do exterior e a recuperação dos ativos emergentes.

Com o petróleo em alta, puxando a valorização das commodities, a divisa americana perdia terreno contra as principais moedas pares do real.

Nesse sentido, contribuía com o movimento a expectativa pela ampliação do pacote de estímulos nos EUA.

Isto porque, após os democratas assumirem o controle do Senado, a “onda azul” nos poderes legislativo e executivo garantirá a aprovação de medidas importantes para o país.

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E apesar de o presidente Joe Biden se mostrar favorável a uma injeção maior de recursos, será necessário implementar um arcabouço adicional de medidas com abrangência macroeconômica.

Ao mesmo tempo, número de mortes e infectados pelo coronavírus cresce tanto nos EUA quanto na Europa.

Na manhã de hoje, a farmacêutica AstraZeneca pediu autorização à Comissão Europeia para o uso emergencial de sua profilaxia.

Por aqui, o destaque da agenda doméstica é a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

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Assim, o indicador acumulou alta de 4,52% em 2020, fechando ligeiramente acima do centro da meta estabelecida pelo Banco Central, segundo o IBGE.

Desse modo, a previsão é que o Copom retome a política de elevação da taxa Selic entre o primeiro e o segundo trimestre.

De acordo com o consenso dos economistas, a taxa básica deve encerrar 2021 na faixa de 4%, admitindo algumas variações para mais ou para menos.

Às 12h12 (horário de Brasília), o dólar comercial desvalorizava 0,44% contra o real, sendo cotado a R$5,4790 na venda.

Juros futuros avançam com IPCA, risco fiscal e ausência de vacinas

Os contratos de juros futuros registravam aumento nas taxas ao longo da curva, precificando as nuances do cenário interno.

Além da pressão realizada pelo IPCA mais forte, pesaram as incertezas fiscais provocadas pela falta de definição sobre o orçamento.

Da mesma forma, a falta de aprovação de qualquer vacina pela Anvisa e a insegurança em relação ao cronograma de vacinação impulsionavam a adição de prêmio de risco.

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O DI julho/2021 subia 1,46%, na cotação de 2,43% (2,37% no ajuste anterior) e o DI janeiro/2026 avançava 0,15% sendo vendido a 6,89% (6,88% no ajuste anterior).

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