Dólar e Câmbio

Dólar opera em baixa de olho no exterior e no último leilão do Tesouro

Por Fast Trade
17 dezembro 2020 - 13:45 | Atualizado em 17 dezembro 2020 - 14:38

O dólar comercial opera em baixa nesta quinta-feira (17), refletindo o otimismo do exterior e a expectativa pelo último leilão do Tesouro Nacional este ano.

Em um dia bastante positivo para as moedas emergentes, a divisa americana depreciava contra o real, de olho no avanço do pacote de estímulos.

Nos Estados Unidos, os parlamentares sinalizaram que pode haver um acordo para a aprovação da proposta de ajuda financeira até o final da semana.

Além disso, os investidores ainda repercutiam a decisão do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) de aumentar a aplicação de estímulos monetários.

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Ao que parece, o Federal Reserve pretende continuar comprando pelo menos US$120 bilhões em títulos por mês.

Assim, o comunicado da instituição deu indícios de que a taxa de juros permanecerá em níveis muito baixos por um período prolongado, até que situação econômica se normalize.

Enquanto isso, na Europa, o Banco da Inglaterra decidiu manter a taxa de juros em 0,10% e elevar o seu programa de injeção de recursos para 895 bilhões de libras.

Apesar disso, a estimativa indica que o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido do 4º trimestre deve ser mais fraco, certamente, devido à segunda onda de contágio do Covid-19.

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Por aqui, o mercado segue monitorando a realização do último leilão de títulos do Tesouro em 2020.

Desse modo, ficou em segundo plano o Relatório Trimestral de Inflação (RTI), que acabou repetindo as informações presentes no comunicado do Copom.

Às 12h45 (horário de Brasília), o dólar comercial desvalorizava 0,55% contra o real, sendo cotado a R$5,0700 na venda.

Juros futuros apresentam viés de queda seguindo o exterior e o leilão de títulos

Os contratos de juros futuros anotavam queda nas taxas em todos os períodos, seguindo a diretriz externa de apetite ao risco.

Ao mesmo tempo, a queima de prêmio de risco se concentrava nos vértices intermediários e longos, em uma reação ao leilão do Tesouro.

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Nesse sentido, a ampla liquidez e a forte demanda, representada pelo elevado fluxo de capital estrangeiro, contribuíam com a absorção dos papéis.

O DI fevereiro/2021 recuava 0,62%, na cotação de 1,91% (1,92% no ajuste anterior) e o DI janeiro/2025 caía 1,01% sendo vendido a 5,87% (5,93% no ajuste anterior).

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