Dólar e índice

Dólar desvia do exterior e tem dia de queda com início da vacinação no Brasil

Por Fast Trade
18 janeiro 2021 - 13:31 | Atualizado em 18 janeiro 2021 - 15:18

O dólar comercial iniciou a segunda-feira (18) em queda, refletindo o otimismo pelo início da vacinação contra o Covid-19 no Brasil.

Em uma sessão de liquidez reduzida devido ao feriado de Martin Luther King nos EUA, a divisa americana ignorava o viés de alta no exterior.

Isto porque, houve um sentimento de alívio após a aprovação do uso emergencial das vacinas desenvolvidas pelas companhias Sinovac e AstraZeneca.

Após semanas de discussões, finalmente a Anvisa emitiu um parecer sobre a eficácia dos medicamentos e autorizando a sua distribuição.

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Como resultado, ontem mesmo, o estado de São Paulo iniciou a vacinação, renovando as esperanças de que a vida poderá voltar ao normal no curto prazo.

De acordo com o cronograma do Ministério da Saúde, as vacinas serão distribuídas igualmente a todos os demais estados entre quarta e sexta desta semana.

Mesmo diante de boas perspectivas, alguns analistas acreditam que fatores internos limitarão no ajuste de valorização do real. Desse modo, destacam-se a péssima atuação do governo federal no enfrentamento à pandemia e a disputa política em torno das vacinas.

Por isso, a recomendação do momento é de cautela, ainda que os fundamentos cambiais se mostrem positivos para a moeda brasileira.

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Na agenda doméstica, o Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB, ficou em 0,59% em novembro, superando as estimativas dos especialistas.

Acima de tudo, a leitura do mercado foi de acomodação no indicador, o que aparentemente não influenciou a formação dos preços.

Às 12h31 (horário de Brasília), o dólar comercial desvalorizava 0,68% contra o real, sendo cotado a R$5,2730 na venda.

Juros futuros recuam seguindo o movimento do câmbio

Os contratos de juros futuros apresentavam recuo nas taxas em todos os períodos, seguindo o movimento de alívio no câmbio.

Assim, a retirada do prêmio de risco acontecia de forma acentuada nos vértices intermediários e longos.

Por fim, o IBC-Br e as perspectivas para a reunião do Copom ficavam em segundo plano, apesar de voltarem às mesas de discussões ao longo da semana.

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O DI julho/2021 caía 1,10%, na cotação de 2,24% (2,27% no ajuste anterior) e o DI janeiro/2025 recuava 2,58% sendo vendido a 6,42% (6,49% no ajuste anterior).

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