Economia

Desemprego no Brasil fica estável em 11,1% no 1º trimestre, segundo a Pnad

Por Fast Trade
13 maio 2022 - 13:02 | Atualizado em 13 maio 2022 - 14:12
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A Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (Pnad) contínua mostrou que a taxa de desemprego no Brasil ficou estável em 11,1% no primeiro trimestre. Entre as 27 unidades da Federação, o único estado que registrou queda no período foi o Amapá, onde o indicador passou de 17,5% no quarto trimestre de 2021 para 14,2% nos três primeiros meses de 2022.

Nesse sentido, é importante destacar que por se tratar de uma pesquisa que utiliza a amostragem na coleta de dados, existe um intervalo de confiança que normalmente varia entre os Estados, conforme explicou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Acima de tudo, as maiores taxa de desemprego no intervalo sob análise ocorreu na Bahia (17,6%), Pernambuco (17%) e Rio de Janeiro (14,9%). Em contrapartida, os menores percentuais foram identificados nos estados de Santa Catarina (4,5%), Mato Grosso (5,3%) e Mato Grosso do Sul (6,5%).

Neste contexto, o estado de São Paulo, como o mais populoso do país, anotou desemprego na faixa de 10,8%, ligeiramente abaixo dos 11,1% reportados no quarto trimestre do ano passado e em nível menor do que a média nacional.

População em situação de desemprego por períodos prolongados

Do percentual total da população desempregada no Brasil, cerca de 29% dos entrevistados procuravam trabalho há mais de dois anos, ou seja, antes da pandemia. Desse modo, o número é menor do que os 30,3% registrados no trimestre anterior, contudo, é maior do que os 23,5% mostrados no ano passado.

Esta situação de desemprego de longa duração ocorre, sobretudo, em épocas de crise econômica, como a que ocorreu no “crash” da pandemia. No entanto, essa questão tende a se agravar com o tempo, porque, quanto maior o intervalo sem trabalho, fica mais difícil a reintegração ao mercado.

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Por fim, houve um aumento na participação dos trabalhadores em situação de desemprego há menos de um mês, saindo de 13,2% para 17,2%, em uma comparação deste percentual com o total geral de pessoas que estão à procura de uma oportunidade.

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