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De olho no minério, Goldman Sachs eleva o preço-alvo de CSN, CSN Mineração e Vale

Por Fast Trade
26 janeiro 2022 - 15:15 | Atualizado em 26 janeiro 2022 - 16:08
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O Goldman Sachs revisou suas projeções para o minério de ferro, prevendo uma forte demanda pela commodity nos próximos três anos. Neste cenário, os mercados fora da China ganharam destaque, pois a retomada do crescimento deve provocar uma queda na oferta do metal.

Desse modo, o banco americano estima que o minério deve encerrar 2022 no preço de US$ 125 a tonelada, o que equivale a um salto de US$ 15 em relação à última previsão. Para 2023, o metal deve ser negociado a US$ 100 a tonelada e, em 2024, a commodity custará US$ 80 a tonelada.

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“Acreditamos que o crescimento na produção de aço fora da China compensa totalmente a fraqueza na demanda do país asiático, ajudando a levar o mercado global de volta ao déficit” – explicaram os analistas Marcio Farid, Gabriel Simões e Henrique Marques.

Através de um relatório, a equipe de análise do banco avaliou o mercado global de produção de minério e aço, considerando as premissas positivas, mesmo com as turbulências provocadas pela pandemia.

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Neste cenário, o Goldman Sachs elevou o preço-alvo dos ADRs (recibos de ações) da Vale negociados em Nova York para US$ 17 por papel, ante US$ 15 na última previsão. O banco prevê um potencial de alta de 9,81% sobre o valor de fechamento da véspera.

No entanto, para a mineradora, os analistas atribuíram o rating “neutro” para os ativos, estimando que a companhia vai distribuir 27% do valor gerado em caixa para os acionistas ao longo de 2022.

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Da mesma forma, para a CSN Mineração (CMIN3), o Goldman subiu o preço-alvo para R$ 6,50, um valor que já está abaixo da cotação de R$ 7,44 registrada neste momento (às 15h00, horário de Brasília). Contudo, a recomendação é de “venda” para a ação, pois, a empresa tem um ciclo de investimentos longo, limitando os ganhos no curto prazo.

Por fim, para a CSN (CSNA3), a banco aumentou o preço-alvo de R$ 26 para R$ 28. Segundo o relatório, as perspectivas são muito boas para a companhia, sobretudo, em termos de produção de aço.

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