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Confiança do consumidor nos EUA; economia mexicana; indicadores preliminares da China

Por Bruna Santos
26 fevereiro 2020 - 10:39

De acordo com o Conference Board, o índice de confiança do consumidor nos Estados Unidos subiu para 130.7 em fevereiro. Economistas consultados pela Reuters haviam previsto que ele subiria para 132.0 em fevereiro.

No mês anterior, conforme apontamentos feitos pelo próprio Conference, o resultado do indicador econômico norte-americano era de 130.4. Desse modo, o indicador nos EUA permanece estável e com potencial de sustentar a economia local.

O resultado da confiança do consumidor é importante para o presente momento, em meio aos crescentes temores sobre a rápida disseminação do coronavírus. Embora os mercados financeiros estejam estressados, a pesquisa publicada deixou de fora a doença que já escalou em nível global.

Posteriormente, além de divulgar os números da confiança do consumidor nos Estados Unidos, saem os números relacionados as vendas de casas novas em janeiro. No México, a economia local enfraqueceu mais que o esperado nos últimos três meses de 2019.

Produto Interno Bruto (PIB) do México encolheu 0,1% entre outubro, novembro e dezembro ante ao trimestre anterior. Desse modo, o resultado contribuiu para prolongar uma recessão moderada, conforme os dados da agência nacional de estatísticas.

No continente asiático, uma série de indicadores preliminares da economia chinesa em fevereiro confirma que o surto de coronavírus afetou a produção e o consumo. Cinco dos oito indicadores rastreados pela Bloomberg recuaram em fevereiro em relação a janeiro.

Dois indicadores de confiança das empresas atingiram o menor nível já registrado, enquanto as fábricas operam abaixo da capacidade. Para o Goldman Sachs, a economia da China chinesa deve registrar o crescimento mais lento desde 1990. A entidade estima que o PIB deve subir apenas 2,5% neste trimestre e se recuperar nos meses seguintes.

No cenário local, o Banco Central divulga o tradicional boletim Focus. Na Europa, a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, discursará sobre os desafios para a economia europeia.

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