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Com Fed e sinalizações da Previdência, Ibovespa dispara renovando a máxima histórica e dólar cai a R$3,65

Por Pablo Vinicius Souza
31 janeiro 2019 - 12:24
saldo positivo do Ibovespa

Ainda repercutindo as declarações do Federal Reserve sobre a manutenção da taxa de juros nos Estados Unidos, o Ibovespa operava em alta desde o início do pregão e seguia avançando com as sinalizações da Reforma da Previdência. Mesmo após a China divulgar dados fracos de desempenho do setor industrial, pelo segundo mês consecutivo, o índice geral da B3 subia em atenção à sinalização do governo para inclusão dos militares nas novas regras da aposentadoria.

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Ás 12h18 (horário de Brasília), a Bolsa brasileira valorizava 0,93%, aos 97.896 pontos, depois de já ter renovado a máxima histórica intradia em 98.203. O dólar comercial apresentava queda de 1,48%, sendo cotado a R$3,65, refletindo as políticas monetárias do Fed, que abriram espaço para que o dólar depreciasse frente às principais moedas globais. No radar dos investidores, está o leilão de linha do Banco Central, que ofertará hoje US$3 bilhões em recursos à vista, com compromisso de recompra, concluindo a rolagem de fevereiro.

Os contratos de juros futuros são comercializados com redução expressiva nas taxas em todos os períodos, acompanhando o ritmo da divisa americana. O DI com vencimento para julho/2019 caía 0,39%, sendo vendido a 6,38% (6,40% no ajuste anterior), o DI para junho/2021 diminuía 1,07%, sendo negociado a 7,38% (7,51% no ajuste anterior) e o DI para junho/2023 desabava 2,12%, sendo transacionado a 8,32% (8,50% no ajuste anterior).

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As blue chips faziam um pregão positivo, acentuando os ganhos em diversos setores. As ações do Bradesco subiam forte após a divulgação do lucro líquido de R$5,830 bilhões no quarto trimestre de 2018, representando uma elevação de 19,9% em relação ao ano anterior. As demonstrações financeiras da companhia revelam que a evolução na receita anual refletiu o desenvolvimento do resultado operacional, que teve como foco a prestação de serviços financeiros, as operações de seguro, a previdência e a capitalização.

As ações da Vale oscilavam em meio à valorização do minério de ferro e as notícias do possível afastamento do atual presidente, Fábio Schvartsman, que está no comando há pouco mais de dois anos. Segundo o jornal O Estado de São Paulo, o principal motivo da troca seria a satisfação da opinião pública após a tragédia de Brumadinho/MG.

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COMPANHIAS ESTATAIS
Petrobras (PETR3) +1,26% Vale (VALE3) -0,43%
Petrobras (PETR4) +0,62% Embraer (EMBR3) +0,62%
Eletrobras (ELET3) +2,36% Banco do Brasil (BBAS3) +1,96%
Eletrobras (ELET6) +2,71% Cemig (CMIG4) -0,79%

Relatório gratuito – Banco do Brasil: O gigante acordou

SETOR BANCÁRIO SETOR SIDERÚRGICO
Itaú Unibanco (ITUB3) +0,93% Usiminas (USIM3) +1,48%
Santander (SANB11) -0,73% CSN (CSNA3) +1,64%
Bradesco (BBDC3) +3,71% Gerdau (GGBR4) -0,31%

 


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