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Cibersegurança se tornou o elemento principal dos negócios, disse Febraban

Por Fast Trade
24 junho 2021 - 15:43 | Atualizado em 24 junho 2021 - 16:34
Abertura desta terça-feira27 de julho

Com o avanço dos canais digitais, a cibersegurança se tornou o elemento principal dos negócios, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

A utilização dos smartphones nas operações bancárias se acentuou após o início da pandemia, tendo 2020 como um marco histórico. Nesse sentido, o mobile banking foi responsável por 51% de todas as operações realizadas no ano passado, e, em 2019, contribuiu com 43%.

Mas toda essa comodidade trazida pela tecnologia despertou as empresas para a segurança das transações e das informações da própria companhia e dos seus usuários.

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Segundo Rodrigo Mulinari, gerente-geral de TI do Banco do Brasil e diretor setorial de TI da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os canais digitais são seguros, assim como os aplicativos disponibilizados pelas instituições financeiras.

Na visão do executivo, embora as empresas invistam pesado em cibersegurança, os golpes acontecem devido a engenhosidade dos meliantes ao conversarem com o cliente, convencendo-o a passar informações confidenciais.

Inclusive, a Febraban divulgou uma Pesquisa mostrando que cerca de R$2,57 bilhões foram direcionados para segurança cibernética em 2020, com foco principal em mobile banking.

A revolução do Pix e a segurança dos dados

O uso de processos virtuais cresceu no Brasil, sobretudo, após o lançamento do Pix, um novo meio de pagamentos elaborado pelo Banco Central.

Acima de tudo, o potencial deste segmento pode ser visto pela forte aderência ao Pix, que, em março, a menos de seis meses de seu lançamento, já respondia por 30% das transações bancárias do país.

“Acredito que ele venha a se tornar um dos principais, se não, o principal meio de pagamento no curto e médio prazo”. “Os bancos todos usam fortemente o Pix […] Novos negócios estão sendo construídos ao redor do ecossistema que chamamos de Pix.” Afirmou Mulinari.

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Outro exemplo de mobile banking é a Caixa Econômica Federal, que vivenciou o desafio de disponibilizar o auxílio emergencial para quase 50 milhões de pessoas através de seus aplicativos.

Para Eduardo Krieger Scherer, diretor de Serviços de TI da Caixa, a tecnologia vai continuar avançando e ajudando a vencer a resistência que parte do público tem à adoção dos canais digitais.

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