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Brasil fecha mais fronteiras e pode receber US$1 bilhão do BRICS para combater o coronavírus

Por Bruna Santos
20 março 2020 - 08:53 | Atualizado em 04 janeiro 2021 - 17:48

Em meio a disseminação do coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro disse que a economia brasileira em 2020 não crescerá conforme o previsto, mas espera que “em seis ou sete meses” o país entre na normalidade.

Ademais, o Brasil proibiu a entrada de alguns estrangeiros como parte das ações para mitigar o contágio. O trânsito por terra continua liberado apenas com o Uruguai, uma vez que o Brasil ainda negocia os termos do fechamento.

De acordo com o Valor Investe, o país pode receber um empréstimo de até US$1bilhão junto ao Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) (banco do BRICS) através do Programa de Assistência Emergencial para combater o Covid-19.

A concessão do primeiro crédito nessa linha foi para a China, país cujo BC anunciou a manutenção da taxa principal de empréstimos inalterada em março (4,05%).

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, anunciou um plano emergencial de US$11,7 bilhões para atenuar os efeitos do coronavírus.

Além disso, o plebiscito convocado para mudar a Constituição após uma onda de protestos contra o governo local foi adiado.

A Argentina também adotou medidas mais duras para conter o Covid-19 e determinou confinamento da população em todo o país.


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