Agronegócio

Brasil é a bola da vez para as startups do agronegócio

Por Fast Trade
23 março 2021 - 16:44 | Atualizado em 23 março 2021 - 20:57
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O Brasil é a bola da vez para as startups latino-americanas que atuam no agronegócio e planejam se expandir para além de suas fronteiras.

Isto porque, o mercado brasileiro é maduro e vem oferecendo excelentes oportunidades de negócios nas áreas de tecnologia e inovação. Cada vez mais, os produtores reconhecem a importância de investir em eficiência produtiva para elevar os ganhos de escala.

Segundo Matías Badano, diretor da Nanotica Agro, o setor produtivo brasileiro é capaz de absorver insumos tecnológicos e pode elevar a competitividade. Por esse motivo, a companhia planejou sua entrada efetiva no país a partir de 2020.

“No momento, estamos a ponto de fechar uma parceria e abrir uma joint-venture local para produzir, distribuir e comercializar nossos produtos, além de desenvolver novos” – explicou Badano.

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Da mesma forma, a boliviana Digital Farms, da agricultura de precisão, decidiu concentrar esforços para aumentar a sua participação no mercado brasileiro. Atualmente, a empresa monitora cerca de 30 mil hectares no país e a meta até o final do ano é dobrar esse número.

Com uma trajetória consistente em sua localidade de origem, a companhia foca em crescer no Brasil, diversificando a sua atuação. Assim, a Digital Farms desenvolveu uma metodologia própria de coleta do solo, baseada em imagens de satélite, nas quais, ela classifica e divide as terras do cliente.

Nesse sentido, a agtech consegue gerar mapas de fertilidade, fazer recomendações de aplicações de corretivos para o solo e efetuar adubações em áreas específicas.

Com uma equipe de vendas tanto aqui, quanto na Bolívia, a empresa comercializa soluções exclusivas e customizadas de acordo com as necessidades do produtor.

Há muitas empresas de olho no mercado agrícola brasileiro

A startup argentina Rubikia, que oferece soluções para operações de compra e venda de commodities, entrou no Brasil em 2021 mirando alto.

Para o CEO da companhia, Franco Basaldella, a expansão representa um grande salto, já que o mercado da Argentina é seis vezes menos do que o brasileiro.

“Agora nos consideramos prontos para entrar em um mercado de maior volume e mais profissional” – disse o executivo.

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Da mesma forma, a ZoomAgri, também argentina, destacou o Brasil como alvo de seu crescimento, apesar de estar em 14 países da América Latina, na Europa e na Ásia.

Líder no segmento de análise da qualidade de sementes, a empresa já instalou os primeiros equipamentos em clientes de Guarapuava (PR) e Passo Fundo (RS).

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