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Bolsa brasileira tem forte queda com rigidez da China e à espera do Fomc; dólar cai

Por Fast Trade
27 julho 2021 - 13:30 | Atualizado em 27 julho 2021 - 18:50
Petróleo_EUA_China

A Bolsa brasileira opera em forte queda nesta terça-feira (27), refletindo o mau humor externo frente à rigidez da China e de olho na decisão do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc).

Lá fora, os índices globais recuavam após a China confirmar que adotará medidas para conter a expansão da indústria do ensino domiciliar privado no país. Além disso, as autoridades chinesas manifestaram a intenção de implantar uma série de regras para o setor de entrega de comidas visando melhorar as condições de trabalho.

Nos Estados Unidos, a temporada de resultados corporativos segue conduzindo os negócios, com grande repercussão ao lucro bilionário da Tesla e à espera dos números da gigante Alphabet.

Ao mesmo tempo, os investidores monitoravam o primeiro dia de reunião do Federal Reserve, que vai decidir a diretriz de juros do país para as próximas semanas.

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Por aqui, apesar do pregão de perdas, a temporada de balanços continua mostrando forte crescimento nos lucros das empresas, a exemplo dos resultados da Tim e da Energias Brasil. Após o fechamento do mercado hoje, a CSN e a CSN Mineração divulgarão os relatórios de desempenho.

A seguir, as movimentações do pregão na B3:

Maiores altas do índice geral: CPFL Energia (CPFE3), Itaú Unibanco (ITUB3), JBS (JBSS3), Tim (TIMS3) e Copel (CPLE3).

Maiores quedas do índice geral: CVC (CVCB3), Braskem (BRKM5), Banco Inter (BIDI11), PetroRio (PRIO3), Gerdau (GGBR4).

Às 13h30 (horário de Brasília), o Ibovespa recuava 1,55% aos 124.053 pontos, registrando um volume financeiro de R$8,916 bilhões.

Dólar cai e juros sobem em dia de cautela no exterior

O dólar comercial opera em queda de 0,17% contra o real, na cotação de R$5,1660 na venda, em dia de cautela no câmbio. Apesar do clima de aversão ao risco no exterior, a divisa americana depreciava ainda na esteira das perspectivas de aumento mais agressivo da taxa Selic.

Desse modo, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da semana que vem, é provável que a instituição eleve o tom do aperto e suba os juros em 1%.

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Em contrapartida, os juros futuros registravam adição de prêmio nos DIs refletindo o leilão de títulos públicos do Tesouro com rentabilidade atrelada à inflação (NTN-Bs).

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