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Bolsa brasileira tem forte alta em sintonia com a “trégua” no exterior; dólar sobe

Por Fast Trade
13 maio 2022 - 14:12 | Atualizado em 13 maio 2022 - 15:05
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A Bolsa brasileira opera em forte alta nesta sexta-feira (13), em sintonia com o clima de “trégua” visto no exterior. Após a abertura dos mercados em Wall Street, o índice geral acelerou os ganhos, refletindo a recuperação das ações do setor de consumo.

Além disso, os investidores repercutiam as falas do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, ao reforçar que a instituição não pretende acelerar o ritmo de aperto monetário. Ele também reconheceu que os altos níveis de inflação e a fraqueza da economia global podem levar a um cenário de recessão.

Nesse sentido, o executivo explicou que as questões econômicas podem ser influenciadas por fatores que nem sempre estão sob o controle do Fed. Por esse motivo, ele acredita que será um grande desafio executar o chamado “pouso suave” da economia neste ambiente de tantas incertezas.

Ao mesmo tempo, no Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o resultado da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (Pnad) contínua. De acordo com o levantamento, a taxa de desemprego ficou praticamente estável no primeiro trimestre de 2022, permanecendo na faixa de 11,1%.

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Na temporada de balanços, quase todos os setores registravam ganhos, com as empresas mostrando, no geral, um avanço significativo nos resultados. Assim, as empresas Locaweb (LWSA3), B3 (B3SA3) e Cogna (COGN3) estão entre as mais negociadas neste pregão.

A seguir, as principais movimentações na B3:

Top 5 máximas do índice geral: BRF (BRFS3), Gol (GOLL4), Yduqs (YDUQ3), Azul (AZUL4) e Banco Inter (BIDI11).

Top 5 mínimas do índice geral: B3 (B3SA3), Carrefour (CRFB3), Raia Drogasil (RADL3), Taesa (TAEE3) e Minerva (BEEF3).

Às 14h11 (horário de Brasília), o Ibovespa subia 1,73% aos 107.519 pontos, registrando um volume financeiro de R$ 11,759 bilhões.

Dólar aprofunda as perdas de olho no contexto internacional

O dólar comercial caía 1,60% contra o real, na cotação de R$ 5,0570 na venda, de olho nos movimentos do contexto internacional. O arrefecimento das preocupações com a inflação deu espaço para a divisa americana passar por essa intensa correção, mas não apagou o clima de cautela.

Isto porque, desde o início do ciclo de aperto monetário nos países desenvolvidos, o fluxo de recursos que estava direcionado aos emergentes começou a mudar de direção, apostando na segurança da rentabilidade dos mercados mais estáveis.

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Na sessão de hoje, contudo, analistas destacam que a liquidez está menor, embora esteja ingressando um volume pontual de recursos. Mesmo assim, o câmbio deve ter momentos de forte volatilidade, já que exterior continua emitindo sinais mistos, porém moderados, na demanda por dólar.

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