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Bolsa brasileira sobe 2% avaliando a situação Evergrande, o Fed e o Copom; dólar cai

Por Fast Trade
22 setembro 2021 - 13:16 | Atualizado em 22 setembro 2021 - 15:37
oferta de ações; mercado de ações; Ibovespa

A Bolsa brasileira opera em alta nesta quarta-feira (22), avaliando a situação da Evergrande e as decisões de política monetária do Federal Reserve e do Copom. O índice geral acompanhava o otimismo do exterior após a notícia de que a incorporadora chinesa chegou a um acordo para pagar suas dívidas.

Isto porque, a companhia informou que a sua unidade, Hengda, realizará o pagamento de cupons de seus títulos de dívida em yuans. Esta decisão ocorreu após o consentimento de seus credores.

Ao mesmo tempo, ganhou destaque as reuniões do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) nos EUA e do Comitê de Política Monetária no Brasil. A expectativa é que o Banco Central americano mantenha a taxa de juros no intervalo atual, entre 0% e 0,25% ao ano.

No entanto, a instituição deve trazer novidades sobre a adoção de estímulos, que se materializam nas compras de títulos privados. É provável que haja uma redução no valor destinado a esta finalidade, tendo em vista que a economia do país já está mostrando um forte crescimento.

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Por aqui, o mercado espera uma adição de 1% na Selic, elevando a taxa ao patamar de 6,25% ao ano, seguindo a estratégia de combate à inflação. Nesse sentido, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, já havia mencionado que os dados recentes da atividade local não provocariam alteração em seu planejamento.

A seguir, as movimentações do pregão na B3:

Maiores altas do índice geral: Usiminas (USIM5), Gerdau Metalúrgica (GOAU4), Gerdau (GGBR4), Azul (AZUL4) e Embraer (EMBR3).

Maiores quedas do índice geral: Via (VIIA3), Intermédica (GNDI3), Rede D’Or (RDOR3), CPFL (CPFE3), Americanas (AMER3).

Às 13h15 (horário de Brasília), o Ibovespa subia 2,15% aos 112.619 pontos, registrando um volume financeiro de R$13 bilhões.

Dólar e juros enfraquecem precificando a política monetária

O dólar comercial opera em queda de 0,23% contra o real, na cotação de R$5,2730 na venda, precificando as decisões de política monetária. Com o clima ameno no exterior, a divisa americana recuava à espera do provável aumento na taxa de juros pelo Copom.

Acima de tudo, a Selic em patamar mais alto resultará na elevação do diferencial de juros entre o Brasil e os demais países, tornando a moeda pátria mais atrativa em relação aos demais pares emergentes.

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Por fim, os contratos de juros futuros também registravam queda nos vértices em todos os períodos, acompanhando a dinâmica do câmbio e refletindo a solução construída para o pagamento dos precatórios.

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