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Bolsa brasileira sobe 1% com indicadores econômicos no Brasil e nos EUA; dólar cai

Por Fast Trade
15 outubro 2021 - 12:06 | Atualizado em 15 outubro 2021 - 14:12
abertura nesta terça-feira 14 de setembro

A Bolsa brasileira opera em alta nesta sexta-feira (15), refletindo a agenda de indicadores econômicos e as movimentações do quadro fiscal. Em meio ao bom humor no cenário externo, o índice geral ensaiava recuperação apoiado pelas companhias do setor bancário.

Os investidores repercutiam a queda de 0,15% no Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) mensurado em agosto, que é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). Apesar de o número mostrar um resultado pior do que o previsto, em relação ao mesmo mês de 2020, a alta foi de 4,74%.

Da mesma forma, o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) caiu 0,31% em outubro, concluindo a segunda queda consecutiva. Dentre os principais itens que contribuíram com o alívio, o destaque vai para os preços do minério de ferro, do milho e da carne.

Enquanto isso, nos EUA, as vendas no varejo surpreenderam com um avanço de 0,7% em setembro, considerando a variação mensal. Como resultado, o desempenho do setor foi melhor do que o esperado pelos analistas e mostrou que a economia está em expansão.

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A seguir, as movimentações do pregão na B3:

Maiores altas do índice geral: Pão de Açúcar (PCAR3), Bradesco (BBDC3), Cielo (CIEL3), Americanas (AMER3) e Banco Pan (BPAN4).

Maiores quedas do índice geral: Assaí (ASAI3), Méliuz (CASH3), PetroRio (PRIO3), Vibra Energia (BRDT3), Natura (NTCO3).

Às 12h04 (horário de Brasília), o Ibovespa subia 1,01% aos 114.298 pontos, registrando um volume financeiro de R$8,233 bilhões.

Dólar tem sessão de forte queda com incertezas fiscais

O dólar comercial recuava 1,29% contra o real, na cotação de R$ 5,4380 na venda, refletindo as incertezas no quadro fiscal. Nesse sentido, os investidores repercutiam as notícias sobre a possível prorrogação do auxílio emergencial e o aumento da intervenção do Banco Central no câmbio.

Além disso, a autoridade monetária injetou mais de US$ 1 bilhão em recursos no mercado, o que também acalmou a demanda dos investidores.

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Nas últimas semanas, o BC voltou a marcar presença para dar maior saída ao volume de divisas que estava parcialmente concentrado, segundo explicou o diretor, Bruno Serra.

Por fim, o executivo destacou que a instituição está atenta à dinâmica dos investimentos no exterior e o seu vertiginoso aumento, apesar do rali de alta do dólar.

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